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Sinopse
Mulher compra amuleto místico para presentear ao marido, um inválido aficcionado pelo oculto. Culpando-a pelo acidente que o deixou paralítico, o homem rejeita o presente e tenta matá-la....
Posso dizer uma coisa: É um filme meio maluco onde não se entende bem, a relação do carro com a bela Kim Denne. Mas eu gosto dessas doideiras. Assisti pela primeira vez no SBT, lá pelo meado da década de noventa. Gravei e já assisti várias vezes. Pra mim, tornou-se mais um "cult". Gosto de filmes assim. Me faz viajar. Mexe com minha imaginação. Para esse filme posso dar uma nota 6!
O título nacional é de uma enganação só não tem nada a ver com a estória. Charles Band desde o início de carreira fazendo filmes "classe C". O filme é sonolento e monótono demais.
Horror de baixo nível que parece ter sido filmado por algum estudante de cinema em início de carreira, no caso, o hoje famoso diretor/escritor/produtor Charles Band. Este filme foi filmado nos fins de semana e, apesar do interessante elenco, não deve ser levado muito a sério. O destaque principal é a da atriz Sue Lyon (1946-2019), que havia estreado no clássico de Kubrick Lolita (62), quando ainda era adolescente.
Charles Band estava na lista dos dez mais procurados do Departamento de Veículos Motorizados por cerca de uma década por causa de todos os carros antigos que ele comprou e destruiu neste filme. O veterano John Carradine (1906-1988) só trabalhou um dia.
Quando Marc Denne sai do carro, ele se coloca em uma cadeira de rodas motorizada. No entanto, na próxima cena de Denne entrando em sua casa, a cadeira de rodas é manual. O diretor Charles Band aparece numa ponta como o motorista que encontra Sue Lyon na beira da estrada. Na trama desconexa, um carro sem motorista comete uma série de acidentes de carros sob força telepática, enquanto um velho marido paralítico tenta de todas as maneiras possíveis matar sua esposa bem mais jovem, mas superpoderes desagradáveis vão derrubá-lo.
Ocultismo em produção b, pobre em inventividade e em acabamento. Foi o 2° filme na direção do alternativo Charles Band, especializado em filmes trash. Não mostra nenhum grande engavetamento de carros, como sugere o título brasileiro, mas apenas vários desastres isolados e mal-filmados, perseguições de carros, batidas e explosões. Telecinagem péssima.
Filme zuado! Mesmo considerando que seja totalmente underground, de baixíssimo custo e produção, ele é totalmente desinteressante. Vamos começar pela tradução do título, que se trata de uma "isca" para os caçadores de filmes com títulos extravagantes. A história, como se pode constatar na sinopse, quase nada tem a ver com carros. Existem algumas cenas, acidentes propositais (quem realmente for se aventurar a assistir isso aqui poderá verificar), mas nada que justifique o uso como nome. Já que estamos falando de carros, tudo aqui explode - é nitroglicerina pura! Se algum carro der uma esbarradinha, já arde em chamas. A trama em si é muito sonolenta... um filme bem dos esquecíveis.
Posso dizer uma coisa: É um filme meio maluco onde não se entende bem, a relação do carro com a bela Kim Denne. Mas eu gosto dessas doideiras. Assisti pela primeira vez no SBT, lá pelo meado da década de noventa. Gravei e já assisti várias vezes. Pra mim, tornou-se mais um "cult". Gosto de filmes assim. Me faz viajar. Mexe com minha imaginação. Para esse filme posso dar uma nota 6!
O título nacional é de uma enganação só não tem nada a ver com a estória. Charles Band desde o início de carreira fazendo filmes "classe C". O filme é sonolento e monótono demais.
Filme que você assiste e não ve a hora que acabe de tão tedioso que e.
Horror de baixo nível que parece ter sido filmado por algum estudante de cinema em início de carreira, no caso, o hoje famoso diretor/escritor/produtor Charles Band. Este filme foi filmado nos fins de semana e, apesar do interessante elenco, não deve ser levado muito a sério. O destaque principal é a da atriz Sue Lyon (1946-2019), que havia estreado no clássico de Kubrick Lolita (62), quando ainda era adolescente.
Charles Band estava na lista dos dez mais procurados do Departamento de Veículos Motorizados por cerca de uma década por causa de todos os carros antigos que ele comprou e destruiu neste filme. O veterano John Carradine (1906-1988) só trabalhou um dia.
Quando Marc Denne sai do carro, ele se coloca em uma cadeira de rodas motorizada. No entanto, na próxima cena de Denne entrando em sua casa, a cadeira de rodas é manual. O diretor Charles Band aparece numa ponta como o motorista que encontra Sue Lyon na beira da estrada. Na trama desconexa, um carro sem motorista comete uma série de acidentes de carros sob força telepática, enquanto um velho marido paralítico tenta de todas as maneiras possíveis matar sua esposa bem mais jovem, mas superpoderes desagradáveis vão derrubá-lo.
Ocultismo em produção b, pobre em inventividade e em acabamento. Foi o 2° filme na direção do alternativo Charles Band, especializado em filmes trash. Não mostra nenhum grande engavetamento de carros, como sugere o título brasileiro, mas apenas vários desastres isolados e mal-filmados, perseguições de carros, batidas e explosões. Telecinagem péssima.
Filme zuado!
Mesmo considerando que seja totalmente underground, de baixíssimo custo e produção, ele é totalmente desinteressante.
Vamos começar pela tradução do título, que se trata de uma "isca" para os caçadores de filmes com títulos extravagantes. A história, como se pode constatar na sinopse, quase nada tem a ver com carros. Existem algumas cenas, acidentes propositais (quem realmente for se aventurar a assistir isso aqui poderá verificar), mas nada que justifique o uso como nome.
Já que estamos falando de carros, tudo aqui explode - é nitroglicerina pura! Se algum carro der uma esbarradinha, já arde em chamas.
A trama em si é muito sonolenta... um filme bem dos esquecíveis.