O filme baseia-se em uma lenda mongol. Diz que todo cachorro, depois da morte, reencarna como um homem. O personagem central da história é um cachorro chamado Baasar, que ao ser atingido por um tiro, perde a fé na humanidade e recusa-se a virar um homem.
Moribundo, lembra da sua vida e dos maus-tratos que sofreu. Como foi abandonado pelo dono e sua dura vida nas ruas. Foi destaque na Mostra Internacional de Cinema de 1998.
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Interessante como, em um outro site chamado "e-pipoca" pipocou um comentário tão gratuitamente agressivo, irresponsável e, como cereja do bolo, totalmente prepotente e arrogante sobre este filme. Não é um filme fácil, e como todo filme que se recusa às facilidades do cinema comercial, ele tem suas dificuldades e seus problemas. O fato de ter sido co-produzido por belgianos e finlanos pouco afeta o horizonte histórico-místico-cultural no qual O Estado do Cão se insere. Já não bastasse ser de uma cultura muito distante, tanto histórica quanto geográfica, sua narrativa se sustenta, além de sua premissa religiosa, em uma linguagem poética hiper-estranha e alheia à poesia igualmente fácil. O Estado do Cão, mesmo em sua provável zanga e desconforto que provoca nos seus espectadores impacientes e raivosos – podemos ver isso aqui no fórum do Filmow e naquele primeiro site que citei - é um filme que vale por não ser um filme que se vê todos os dias. A expressão "viver num mundo cão" é alçada em sua tortuosidade -
representada pela contorcionista no final -
O único release que encontrei foi em VHSRip.
https :// mega.nz/#!h64igS5D!WSRZUdEBP1aZPJsT U57m38kVPUa9Aje-zOt6IyHb7U0
Mais um da safra dos "contemplativos" vindos da Mongólia. Foca na cultura local, na geografia, nas pessoas, na miséria atordoante e nas idas e vindas de um cachorro que reflete a própria existência. Apesar da trama inusitada, é curioso inicialmente trazendo imagens de forte impacto, porém o desenrolar é morno e cheio de lacunas pouco amarradas.
Chorei horrores vendo esse filme
eu também só fiquei curiosa pelo fato de ser da Mongólia.