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Um detetive nova-iorquino e um psicólogo procuram por um serial killer que fala de maneira bizarra, igual a um pato. A história se passa em uma Nova York cercada por uma atmosfera de sus- pense aterrador, onde, vítima à vítima, são todas mortas, com extrema crueldade e um sarcasmo enigmático.
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Boa atmosfera dos anos 80, com gore excelente, muito erotismo e o bizarro mistério do psicopata Pato Donald. Uma pena que o filme derrapa no final, com uma identidade e motivação do assassino que deixa a desejar, mas ainda assim passa longe de ser um giallo ruim.
Lo Squartatore di New York (1982), conhecido no Brasil como O Estripador de Nova York, me surpreendeu positivamente. Eu gostei do filme, não esperava tanto, mas a personalidade do assassino foi bem diferente do que costumo ver e acabei simpatizando com ele. O personagem tem carisma, apesar de não mostrar o rosto na maior parte do filme. Quando finalmente é revelado, infelizmente perde bastante desse carisma.
O gore é caprichado e bem feito, mesmo sendo datado pelos efeitos da época. Isso não atrapalha em nada, a qualidade continua impressionante e a morte do assassino é, de longe, a melhor cena do filme.
Só achei um pouco jogado o fato de revelarem que ele tem uma filha só no final. Poderiam ter construído melhor essa informação desde o começo. Não sei se seria necessário revelar tudo de uma vez, mas poderiam ter mostrado a filha e a relação dela com o pai, inclusive a doença dele, sem entregar a fixação pelo pato.
O filme brinca bastante com o espectador, ora dando a entender que o assassino poderia ser Mickey Scellenda, ora o Dr. Paul Davis (Paolo Malco), e até mesmo Fay Majors (Almanta Suska). No final, porém, o verdadeiro assassino é o namorado de Fay, Peter Bunch (Andrea Occhipinti).
Enfim, o filme tem uma boa ambientação, um clima bem construído e um contraste interessante entre os personagens, mas tem alguns pontos que poderiam ter sido melhor trabalhados para dar uma guinada maior na qualidade.
Assistido em 05/04/2026
Filme interessante do Lucio Fulci, bem realizado em sua parte técnica – boa trilha e efeitos visuais práticos de Tom Savini. O roteiro tem seus furos e conveniências, mas ainda assim é melhor do que a média dos giallos italianos. Relativo gore e nudez. Motivação do assassino é bem maomenos heim! Visto em 02.04.23.
- em alguns momentos a voz de papo faz até parecer bobo, mas o filme é bem pesado
- me enganou sobre a identidade do assassino 2 vezes, dou valor a roteiro assim
- amei o conceito de todo mundo em nova iorque falando italiano, preciso de mais filmes assim. estadunidense ama colocar todos os países falando inglês, quero ver o que acharam disso aqui
Lúcio Fulci Acertou! Tem Mortes Bem Violentas,Mas Felizmente Não e só isso Que o Filme tem a oferecer ao Público!.