70 A.C.. Micah, o filho de Eli, fica tão obcecado por Samarra, uma sacerdotisa pagã, que pega parte da fortuna de seu pai e vai atrás dela, que foi para Damasco. Apesar de desejar muito Samarra ele se recusa a fazer qualquer oferenda aos deuses que ela adora, pois Micah jurou ser fiel apenas para Jeová. Mas Samarra planeja seduzir Micah e fazê-lo abandonar sua fé.
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Disponível no Youtube.
The Prodigal (bra: O Filho Pródigo]) é um filme épico bíblico de 1955 da Eastmancolor, CinemaScope, produzido pela MGM, dirigido por Richard Thorpe e estrelado por Edmund Purdom e Lana Turner. Foi baseado na parábola do Novo Testamento sobre um filho egoísta que deixa sua família para levar uma vida de prazer. O filme também conta com James Mitchell, Louis Calhern, Joseph Wiseman, Cecil Kellaway e Walter Hampden. A dançarina Taina Elg estreou no cinema neste filme.
Originalmente, esse contestado clássico seria estrelado por Edmund Purdom, Ava Gardner e Vittorio Gassman, mas eventualmente, Gardner e Grassman desistiram do projeto. Coube a Lana Turner, o convite para estrelar o filme ao lado de Purdom.
Por conta do ritmo enfadonho, a lentidão na trama é, talvez, o único ponto negativo para sustentar o desenvolvimento da história.
A impecável ambientação de época, os suntuosos cenários, os belíssimos figurinos e a bonita fotografia são os atrativos dessa requintada produção estadunidense.
Esse memorável drama épico foi exibido excepcionalmente em 14/12/23, pela Rede Brasil de Televisão, na Sessão Quinta Clássica.
Bem entediante... Não sei se a carreira de Lana Turner nessa época já estava entrando em declínio... Gargalhei na cena da luta contra o urubu kkkkkk
Visto em 03/11/23
Produção muito mal executada...
Umas das parábolas mais marcantes da Bíblia é transformada nesse filme grandioso e interessante, mesmo que não seja um dos melhores dramas bíblicos. Lana Turner se destaca pela atuação e pela beleza.
O filme é um pouco entediante mas trabalha bem a estória bíblica. Os personagens são bem conduzidos. Porém, algumas passagens são colocadas de maneira muito forçada como na cena em que o pai fala porque está fazendo a festa para o filho mais novo e não para o que estava com ele o tempo todo. Não é um grande filme e eu particularmente não recomendaria, nem para quem faz estudos bíblicos.