Cole Henderson (Larry Keating) é um cientista que alerta que um planeta está em um rota de colisão com a Terra. Ninguém crê na história de Henderson, com exceção de Sydney Stanton (John Hoyt), um milionário que financia a construção de uma astronave gigantesca, construída para transportar sobreviventes selecionados da Terra para outro planeta. Logo fica claro que as predições de Cole se tornarão realidade, assim uma loteria mundial é feita para selecionar as pessoas que serão salvas do catástrofe pela astronave de Stanton.
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Produção que antecipa os filmes catástrofe que fizeram muito sucesso nos anos 70. O roteiro é covarde e emocionalmente vazio, tentando evitar a todo custo o choque do espectador:
na cena da grande inundação é nos informado que as cidades estavam evacuadas, ou seja, não é vemos ninguém morrer. Já a destruição da Terra no final é feita de forma muita apressada, se concentrando quase apenas na nave com sobreviventes. Ou seja os bilhões de pessoas que morreram no cataclismo aparentemente não tinham nenhuma importância.
As cenas de enchente criadas com maquetes são eficientes, mas a pintura que simula o novo planeta já era ridícula até na época do lançamento desse filme.
Assisti em 19/06/1978, segunda, no canal 12 (hoje RBS ou Globo), em Sessão das Duas.
Para a época que foi produzido, pela qualidade da parte técnica e pelos efeitos datados de maquetes, ultrapassados por sinal, mas que para a época eram novidade, tem boas atuações da maior parte do elenco, mas alguns temas, como somente brancos e cultos serem escolhidos para sorteio da salvação, deixa um tom de exclusão e preconceito, e o representante brasileiro falar português de Portugal, no mínimo risível.
Ficção apocalíptica que é a versão moderna da história da Arca de Noé( inclusive começa e termina com passagens da Bíblia).O filme cria um interessante clima de expectativa e apresenta alguns dilemas morais interessantes mas envelheceu mal em certos aspectos : além dos efeitos ultrapassados temos o incômodo fato de só pessoas brancas terem sido escolhidas para embarcar na Arca espacial, reflexo do infeliz período de segregação racial da época.
Muito que bem!
Dois homens competindo pra ver qual o mais altruísta diante da iminente destruição do planeta: um que entra em crise e acha que não merece lugar na astronave e o outro que abre mão da noiva e mexe os pauzinhos pra que o novo amado dela seja selecionado para viver. Um menino é resgatado do telhado de uma casa sem maiores explicações. O magnata cadeirante que financiou o projeto é deixado de fora e ainda levanta de sua cadeira de rodas antes da nave zarpar. No fim, os abençoados vão morar em um planeta que se assemelha a um desenho animado (!!!)
Divertido e, desde já, o sci-fi dos anos 50 mais esquisito que eu já vi. E nem precisou de monstros interplanetários pra isso...