Uma mulher está doente, longe de casa. Um jovem garoto senta ao seu lado. Ela não é sua mãe, ele não é seu filho. Juntos, eles fazem parte de uma assombrosa história de almas perdidas, um fio invisível e o poder e desespero de família.
Eu gostei bastante, o filme tem um estilo mais lento, atmosférico, reflexivo... não conta uma história linear, isso pode gerar desconforto para quem não gosta de filmes assim. Ele não se preocupa em responder as dúvidas do espectador, e segue a própria lógica.
O filme fala de muitas coisas e, talvez, algumas mulheres e mães, principalmente se morarem no interior, assim como eu, consigam sentir o filme de uma forma mais próxima da experiencia de suas vidas... A solidão da maternidade e o medo profundo de nao cuidar suficientemente de outra vida, essa responsabilidade massacrante vista como natural; a amizade feminina e suas ambiguidades; os sacrifícios que a vida impõe nas mães; a identidade fragmentada; mais medo, medo e abandono; a crença quando só há desesperança; a impossibilidade de criar um ambiente totalmente seguro para um filho.. etc etc etc.
Se o filme não for visto com unilateralidade extrai-se ótimos questionamentos. Pra mim, a "migração" é metafórica. A contaminação tbm diz mais do que parece A ideia de ter um filho que foi repentinamente trocado não é algo que precise passar por um feitiço, é comum e corriqueiro que as mães sintam que não acessam completamente os seus filhos, que não estão aptas para protegê-los por completo, que já não os conhecem mais...
As crianças vão deixando de ser quem são ao entrarem em contato com o veneno do mundo. As mulheres, sozinhas, também perdem o fio ...
O filme sustenta a atenção do início ao fim. Se frustra quem quer uma resposta fechada, concreta.
O filme não conseguiu me prender. Alucinação, sonho ??? Achei meio confuso, mas acho que faltou a minha atenção plena. Terei que revê-lo um dia. 13.08.2023
Filme chato, confuso, cheio de pontas soltas. Não gostei.
Onde estava o fator sobrenatural que eu não enxerguei?
Eu gostei bastante, o filme tem um estilo mais lento, atmosférico, reflexivo... não conta uma história linear, isso pode gerar desconforto para quem não gosta de filmes assim. Ele não se preocupa em responder as dúvidas do espectador, e segue a própria lógica.
O filme fala de muitas coisas e, talvez, algumas mulheres e mães, principalmente se morarem no interior, assim como eu, consigam sentir o filme de uma forma mais próxima da experiencia de suas vidas... A solidão da maternidade e o medo profundo de nao cuidar suficientemente de outra vida, essa responsabilidade massacrante vista como natural; a amizade feminina e suas ambiguidades; os sacrifícios que a vida impõe nas mães; a identidade fragmentada; mais medo, medo e abandono; a crença quando só há desesperança; a impossibilidade de criar um ambiente totalmente seguro para um filho.. etc etc etc.
Se o filme não for visto com unilateralidade extrai-se ótimos questionamentos. Pra mim, a "migração" é metafórica. A contaminação tbm diz mais do que parece
A ideia de ter um filho que foi repentinamente trocado não é algo que precise passar por um feitiço, é comum e corriqueiro que as mães sintam que não acessam completamente os seus filhos, que não estão aptas para protegê-los por completo, que já não os conhecem mais...
As crianças vão deixando de ser quem são ao entrarem em contato com o veneno do mundo.
As mulheres, sozinhas, também perdem o fio ...
O filme sustenta a atenção do início ao fim. Se frustra quem quer uma resposta fechada, concreta.
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O filme não conseguiu me prender.
Alucinação, sonho ???
Achei meio confuso, mas acho que faltou a minha atenção plena.
Terei que revê-lo um dia.
13.08.2023