Um excêntrico pescador pesca um vigarista que é seu sósia e acaba se envolvendo em um assassinato e na procura de um tesouro em diamantes desaparecido no sul da Califórnia, gerando uma série de confusões.
"The Big Mouth" (br.: O Fofoqueiro) é um filme de comédia estadunidense de 1967, escrito, produzido, dirigido e protagonizado por Jerry Lewis para a Columbia Pictures.
Marcou a estreia de Rob Reiner no cinema. Nos idos dos anos 80, o filme já foi exibido de madrugada na extinta "Sessão Coruja", na TV Globo.
Não é um dos melhores de Jerry, mas dá para entreter e passar o tempo. Apesar do ritmo enfadonho, o filme até proporciona leves momentos de humor pastelão, é deveras irônico, sarcástico e inusitado. No entanto, não é tão engraçado como os filmes anteriores deste célebre comediante. O roteiro é um tanto mirabolante e desconcertante.
No elenco de apoio, temos Buddy Lester narrando as situações descabidas do protagonista e as presenças das beldades Susan Bay e Jeannine Riley.
Definitivamente não foi a melhor inspiração do JL. Ele incorpora o Julius F. Kelp novamente e embora o começo seja divertido, com uma narrativa interessante, os últimos 20% ao estilo Scooby Doo torna cansativo assistir.
Susan Bay é encantadora (lembra muito a Barbra Streisand) e vários componentes da narrativa são geniais (o modo como o comentador da trama "real" aparece, os cacoetes estereotípicos dos vilões - que antecipam aquilo que veremos de maneira mais sedutora em UM PEIXE CHAMADO WANDA, o nonsense...), mas o ritmo do filme é insuportável, a longa duração torna-o cansativo e a direção é frouxa. Não há quase nenhuma coesão entre as seqüências, personagens somem e aparecem num frenesi que nem sempre é efetivamente divertido. O final é ótimo, em seu acúmulo de absurdos, mas... Até chegar a ele, haja paciência! Muito ruim, infelizmente. (WPC>)
Reassistido no Youtube com áudio e som original.
"The Big Mouth" (br.: O Fofoqueiro) é um filme de comédia estadunidense de 1967, escrito, produzido, dirigido e protagonizado por Jerry Lewis para a Columbia Pictures.
Marcou a estreia de Rob Reiner no cinema. Nos idos dos anos 80, o filme já foi exibido de madrugada na extinta "Sessão Coruja", na TV Globo.
Não é um dos melhores de Jerry, mas dá para entreter e passar o tempo. Apesar do ritmo enfadonho, o filme até proporciona leves momentos de humor pastelão, é deveras irônico, sarcástico e inusitado. No entanto, não é tão engraçado como os filmes anteriores deste célebre comediante. O roteiro é um tanto mirabolante e desconcertante.
No elenco de apoio, temos Buddy Lester narrando as situações descabidas do protagonista e as presenças das beldades Susan Bay e Jeannine Riley.
Pela nostalgia, vale três estrelas e só.
Definitivamente não foi a melhor inspiração do JL. Ele incorpora o Julius F. Kelp novamente e embora o começo seja divertido, com uma narrativa interessante, os últimos 20% ao estilo Scooby Doo torna cansativo assistir.
Assisti em 20/05/1977, sexta, no canal 12 (hoje RBS ou Globo), em Sessão das Duas.
09/11/2020
passou o tempo
Susan Bay é encantadora (lembra muito a Barbra Streisand) e vários componentes da narrativa são geniais (o modo como o comentador da trama "real" aparece, os cacoetes estereotípicos dos vilões - que antecipam aquilo que veremos de maneira mais sedutora em UM PEIXE CHAMADO WANDA, o nonsense...), mas o ritmo do filme é insuportável, a longa duração torna-o cansativo e a direção é frouxa. Não há quase nenhuma coesão entre as seqüências, personagens somem e aparecem num frenesi que nem sempre é efetivamente divertido. O final é ótimo, em seu acúmulo de absurdos, mas... Até chegar a ele, haja paciência! Muito ruim, infelizmente. (WPC>)