Baseado na história verídica de Archibald Belaney, " O Guerreiro da Paz ", conta à saga de um homem que nos anos 30 desafiou os poderosos ao denunciar a destruição das selvas, despertando o mundo para esta causa. Belaney (Pierce Brosnan) foi um c cidadão britânico que cresceu fascinado pela cultura nativa americana. No começo do século ele se mudou para o Canadá onde passou a viver como guia de caça numa aldeia indígena, adotando o nome de Archie "Coruja Cinzenta". O filme acompanha sua vida desde 1972, quando conhece Pony, uma bela índia da tribo Mahawk. Juntos, eles iniciam uma emocionante aventura por florestas geladas e perigosas em busca de seus ideais. Com esmerada produção, e sob a direção do mestre Richard Attenborough, o mesmo de "Gandi", "Chaplin" e "Um Grito de Liberdade", "O Guerreiro da Paz é um filme de fortes emoções
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09.12.2001
e os outrora naturebas por convicção profissional alem de pessoal propiamente dita, cujo bem diferente do apenas modismo nutela irritante alem de inutil dos tempos atuais, o qual seja grupos como greenpeace, bem como demais fedelhas suecas irrelevantes, indios raoni brasileiros mamadores de tetas esquerdistas, e claro tambem o caso de nossas lixosas ongs parasitas de recursos publicos, contudo inoperantes no tocante a resultados praticos oriundos de suas açoes a contento que nao seja facilitar contrabando de recursos naturais a seus aceclas estrangeiros ou provocar queimadas com fins de tentativa em promover se desestabilização politica quando um governante serio vulgo fecha suas torneiras financeiras, contudo em relação a CORUJA CINZENTA ou GREY OWN o qual aqui encarnado pelo britanico no entanto com mesclas convincentes de nativo americano pierce brosnan ha exatos 20 anos bem ? mais do que um papel relevante, sua inspiração baseada em fatos reais nos traz a seguinte reflexão, resumindo de quem de fato DESEJA FAZER ALGO impactante em carater coletivo, este ate pode utilizar discurso, que no entanto no minimo acompanhada de uma dialetica mão na massa, ou neste caso expecifico, uma literal MÃO NO VERDE, se e´que porventura ou não assim me entendem. BOM FILME. " corujisticamente" NOTA 8.00
Uma tremenda perca de tempo esse filme...
- Dinada.
/DVD E
para os padrões oriundos a historica yanke cujo logico souberam utilizar se de seu passado envolto a destruição de sua propia cultura bem como quase total exterminio das verdadeiras origens os quais de uma forma ou de outra assim contribuiram para a nação desenvolvida o qual são hoje, sem duvida nada mais interessante que assim valorizar as raras tentativas de inverter tais valores atraves do retrato de figuras totalmente distoantes deste perfil tão predominante, de forma que o natureba grey owl numa traduçao direta para coruja cinza ou cinzenta aqui encarnado por pierce brosnan há exatos 19 anos, muito bem encaixa se neste perfil, mas no principal quem sabe como concientização de que muito ao contrario do que por obstante pensamos, NÃO SOMOS OS PROPIETARIOS DO UNIVERSO TÃO POUCO DE SEUS RECURSOS, mas sim meros " locatarios da mesma ", por isto valor hoje senhoras e senhores enquanto ainda podemos dispor de escolha, pois do contrario bem ? nossa inconstante pratica da imprudencia de forma implacavel, IRÁ " ESCOLHER POR NÓS". bom filme. " rapinamente " NOTA 8.0
Na maioria das vezes (ou geralmente, como queira) a estética elaborada numa criação de arte é intransigentemente considerada quando se aprecia de forma lógica qualquer expressão que se faz, ou se pretende artística. Neste caso, este filme possivelmente deve ser considerado um dos mais esteticamente (novamente pela "lógica matemática" da arte) medianos ou até mesmo fracos filmes da carreira de Richard Attenborough, que fez obras cinebiográficas reconhecidamente primorosas e importantes como Gandhi, Um Grito de Liberdade, Chaplin e Terra das Sombras. Para complicar, o intérprete do protagonista talvez estivesse no filme errado, bem longe dos três dígitos "007" típicos dos "arrasa-quarteirões" que não parecem ter fim, dos quais fez parte, com sua atuação rasa (com enfadonha pose de galã pretensiosamente fotogênico para aqueles modelos de filmes; ou talvez seja a associação de tal ideia). Vai saber... Mas o fato é que se pode assimilar este Grey Owl como um filme em que o intento ideológico por trás dos panos suplanta a medianidade do roteiro (impressão presente no decorrer da película...). Sem contar as fantásticas tomadas fotográficas com os exuberantes clima, vegetação, e tudo mais, do gelado Canadá de tal contexto (se tem artifício de estúdio, aí já são outros quinhentos); e um leve vislumbre, ou pretensão disto, da rica diversidade das culturas indígenas da área, que parece remeter a obras quadrinísticas como Mágico Vento e Ken Parker. Para encerrar este contraponto entre parcialidade de condução "artística" da história, por um lado, e indestrutível identificação ideológica, por outro lado, um dos raros, mas intensos momentos desta história singela, e às vezes piegas, mas bombástica, numa paráfrase necessária que continua ecoando depois que o filme acaba: "O ser humano pode ser o que ele sonha ser".