Juvenal é um maquinista de metrô em Belo Horizonte, Margô controla o fluxo dos trens. Ambos vivem em um estado de profunda solidão – cada um à sua maneira. Esse filme é uma reflexão sobre diferentes formas de solidão e amizade no universo urbano brasileiro.
Dizer que está cansado, tal como o protagonista, mas nunca ser compreendido (pois trata-se de estar cansado de estar vivo, de ser engolido por esse sistema dia após dia e não ver sinal algum de luz ao fim do túnel), é uma das maiores tristezas que existem em nossa sociedade.
Dá uma tristeza na gente feito uma coisa entalada na alma. Algo vivo, voraz que devora por dentro e que não devia. Feito um domingo a noite sendo todo dia.Acho que ficaria dá hora se fosse um curta, mas ao mesmo tempo o fato de ser um longo parece distender o silêncio levando-o ao paroxismo da comunicabilidade. O silêncio fala. O silêncio diz. Comunica o indizível da solidão no estranhamento da presença do outro.Sozinho nas ruas, sozinho nas redes. Sozinho aqui como em todo lugar. Sozinho até de si mesmo posto que o eu se perde na metrópole labiríntica de si e do outro. Atomiza-se , pulveriza-se na perda de centro por paisagens vazias, melancólicas reflexo da psique esfacelada na multidão solitária. Um metrô e o vazio. Um apartamento e o vazio. Um homem e uma mulher e o vazio da humanidade inteira.
Drama que não foge nem um pouco da realidade,ainda mais sendo realizado no Brasil...
>Assistido em 02 de Abril de 2025
Não duvido que seja um personagem plausível
E até dá pra se identificar um pouco com ele
Mas MOSCOU DEMAIS da conta né
Caraka essa fotografia é sensacional ce ta maluko!!!! se o filme se chamasse
O Homem Morto
estar morto em meio a uma multidão