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Sinopse
Depois que fere sua mão nos dentes de um peixe pré-histórico alterado por raio gama, professor universitário se transforma em monstro e passa a atacar os estudantes...
Ficção de horror em preto e branco da Universal Pictures e Universal International Pictures. Arthur Franz (1920-2006) interpretou apenas o Professor Donald Blake. Após as cenas de transformação com maquiagem, o dublê Eddie Parker (1900-1960) fez todas as cenas como o Monstro.
Este lançamento do fim dos anos 50 foi o último de um grupo de filmes de ficção científica bem elaborados que Jack Arnold (1912-1992) dirigiu na Universal ao longo da década de 50. Estréia cinematográfica de Nancy Walters (1933-2009). Destaque para a beleza da loira Joanna Moore (1934-1997).
Uma mistura de monstros tão ruim que chega a ser boa... hilária. Uma versão dos anos 50 de "O Médico e o Monstro", mas que também poderia ser uma cópia de filmes de lobisomens. A trama chega a ser interessante
enquanto estão tentando descobrir os mistérios do grande peixe pré-histórico e as consequências dos ferimentos mas, depois que o professor se transforma naquela criatura, o filme só piora.
Os bons velhos tempos em que a ficção científica era simples. Bastava um pouco de radiação e quase tudo era possível. Este filme foi um dos últimos filmes de ficção científica da Universal dos anos 50. Os efeitos especiais não eram nada de especial. A transformação de homem em animal e vice-versa é mais suave do que em “O Lobisomem”, mas a criatura resultante era quase demasiado óbvia como uma máscara de borracha. Os grandes planos prejudicam um pouco o efeito, por isso filmaram-no à distância, o que tornou as imagens mais plausíveis.
"Monster on the Campus" é um filme de monstros em preto e branco dos anos 50 bastante esquecível, com um enredo bobo que se prolonga demais sem mostrar o monstro e tem um dos cientistas mais estúpidos da história do cinema, que toma uma decisão bizarra e ilógica após a outra. Existem filmes de monstros melhores por aí.
O jack Arnold já fez coisas melhores, mas gostei do filme, mesmo ele tendo aquela história parecida com de tantos outros da mesma época. Um bom passatempo.
A premissa é criativa, o sangue de um peixe pré-histórico causa a regressão de quem é infectado para níveis primitivos. Um cachorro, uma libélula e o próprio cientista acabam sofrendo esta regressão.
É necessário relevar a maquiagem do homem pré-histórico em que se transforma o cientista, sempre lembrando que é um filme da década de 50.
Outra curiosidade é que acho que era proibido que monstros matassem mulheres nos filmes antigos, já que a única mulher vítima do "monstro sanguinário" não foi morta por ele, mas havia tido um ataque e morrido de susto ao ver a criatura. A clássica cena do monstro, seja ele múmia, lobisomem etc... carregando a estrela da fita, sem matá-la, é recorrente em várias produções dessa época.
A solução final, faz o cientista, que, consciente das mortes que havia causado, resolve forçar uma situação para ser morto pela polícia. Só que deveria ter pensado em destruir o peixe, já que outros poderiam se infectar, mesmo porque ele sequer informou a outras pessoas o perigo que o contato com o sangue do tal peixe representava.
Ficção de horror em preto e branco da Universal Pictures e Universal International Pictures. Arthur Franz (1920-2006) interpretou apenas o Professor Donald Blake. Após as cenas de transformação com maquiagem, o dublê Eddie Parker (1900-1960) fez todas as cenas como o Monstro.
Este lançamento do fim dos anos 50 foi o último de um grupo de filmes de ficção científica bem elaborados que Jack Arnold (1912-1992) dirigiu na Universal ao longo da década de 50. Estréia cinematográfica de Nancy Walters (1933-2009). Destaque para a beleza da loira Joanna Moore (1934-1997).
Uma mistura de monstros tão ruim que chega a ser boa... hilária. Uma versão dos anos 50 de "O Médico e o Monstro", mas que também poderia ser uma cópia de filmes de lobisomens. A trama chega a ser interessante
enquanto estão tentando descobrir os mistérios do grande peixe pré-histórico e as consequências dos ferimentos mas, depois que o professor se transforma naquela criatura, o filme só piora.
Visto hoje(17/09/2025) e pela primeira vez.
Os bons velhos tempos em que a ficção científica era simples. Bastava um pouco de radiação e quase tudo era possível. Este filme foi um dos últimos filmes de ficção científica da Universal dos anos 50. Os efeitos especiais não eram nada de especial. A transformação de homem em animal e vice-versa é mais suave do que em “O Lobisomem”, mas a criatura resultante era quase demasiado óbvia como uma máscara de borracha. Os grandes planos prejudicam um pouco o efeito, por isso filmaram-no à distância, o que tornou as imagens mais plausíveis.
"Monster on the Campus" é um filme de monstros em preto e branco dos anos 50 bastante esquecível, com um enredo bobo que se prolonga demais sem mostrar o monstro e tem um dos cientistas mais estúpidos da história do cinema, que toma uma decisão bizarra e ilógica após a outra. Existem filmes de monstros melhores por aí.
Variante razoável de "O Médico & O Monstro", meio que antevendo "O Incrível Hulk" (radiação gama provocando a transformação)!
O jack Arnold já fez coisas melhores, mas gostei do filme, mesmo ele tendo aquela história parecida com de tantos outros da mesma época. Um bom passatempo.
A premissa é criativa, o sangue de um peixe pré-histórico causa a regressão de quem é infectado para níveis primitivos. Um cachorro, uma libélula e o próprio cientista acabam sofrendo esta regressão.
É necessário relevar a maquiagem do homem pré-histórico em que se transforma o cientista, sempre lembrando que é um filme da década de 50.
Outra curiosidade é que acho que era proibido que monstros matassem mulheres nos filmes antigos, já que a única mulher vítima do "monstro sanguinário" não foi morta por ele, mas havia tido um ataque e morrido de susto ao ver a criatura. A clássica cena do monstro, seja ele múmia, lobisomem etc... carregando a estrela da fita, sem matá-la, é recorrente em várias produções dessa época.
A solução final, faz o cientista, que, consciente das mortes que havia causado, resolve forçar uma situação para ser morto pela polícia. Só que deveria ter pensado em destruir o peixe, já que outros poderiam se infectar, mesmo porque ele sequer informou a outras pessoas o perigo que o contato com o sangue do tal peixe representava.