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Data de lançamento
25 Dez. 1997Duração
Em uma pequena cidade do Ceará um temporal destrói a igrejinha do local. Um noviço (Renato Aragão), que sonha em conseguir dinheiro para a reconstrução, tem de fugir do local pois um "coronel" (Roberto Guilherme) acha que ele sabe sobre um mapa, que diz a localização de um grande tesouro. Na verdade a mulher do "coronel" (Luma de Oliveira) passou para o noviço este mapa sem ele saber. O noviço vai trabalhar no Rio de Janeiro, onde toma conta dos cinco filhos de um empresário viúvo (Tony Ramos). Em pouco tempo as crianças passam a adorá-lo e ele pede ao seu patrão, que contrate uma jovem (Patrícia Pillar) do Ceará para ajudá-lo. Logo patrão e empregada estão envolvidos.
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IMPRIMATUR - visto no cinema em 1997:
Até hoje não sei a razão de nunca ter pedido aos meus pais para ir ver um filme dos Trapalhões no cinema - o que mais chegou perto disso foi "... Na Terra dos Monstros". Por isso fiz desse um rito obrigatório. Acho que foi um bom retorno (qualidade nunca foi o forte). Minha queixa sobre o Renato, já daqui, foi nunca entender a importância química de seus parceiros... como reluz jovial, conseguiu moderado sucesso.
Avaliação em nota: 3.5
Uma afronta ao filme original. O filme foi uma tentativa de trazer "Os Trapalhões" de volta ao cinema, mas contendo somente Renato Aragão como protagonista e com Dedé Santana como um mero coadjuvante. O verdadeiro destaque na produção foi a presença de Sandy e Junior, mas mesmo assim, isso não salva o roteiro. E o pior é que esse foi apenas o primeiro de muitos outros filmes solos de Renato que estariam por vir.😱
Vale a pena assistir pela nostalgia da infância.
O sotaque de caipira da Patrícia Pilar me mata. Parece a Tata Werneck quando vai fazer papel de caipira em sketchs de comédia.
Nunca pensei que me sujeitaria a assistir esse filme em pleno agosto de 2024, mas aconteceu. Poxa, como vou começar a falar desse filme? Puro suco de anos 90, marcou demais minha infância e tem uns momentos bem vergonha alheia e coisas datadas, humor sem graça, entre outras coisas. O ponto alto do filme, na minha opinião, sem sombra de dúvidas, é a participação de Sandy e Junior no auge deles, e confesso que cada performance que eles faziam eu estava lá cantando junto. Enfim, valeu a pena reassistir esse filme que me remete a uma época mais simples.