Mais um filme na média. The Golden Eye (1948) não chega aos tempos áureos da série com Warner Oland, e tampouco se equipara aos de Sidney Toler, mas ainda assim tem seus bons momentos. Os filmes com Roland Winters que vi até agora são produções mais simples, porém eficientes, sempre reservando um bom espaço para Tommy Chan e o divertido Birmingham Brown, cuja presença garante um bom equilíbrio entre humor e mistério.
A trama segue o tradicional estilo das aventuras do honorável detetive Charlie Chan, desta vez em meio a uma investigação que envolve uma mina de ouro no Arizona. Há uma boa dose de intriga e alguns enigmas interessantes, ainda que a execução seja mais modesta do que em outras entradas da série.
A cena de tiroteio dentro da mina, por exemplo, é bem fraca — filmada quase em câmera lenta —, mas isso era algo comum na época e acaba tendo seu charme involuntário.
O que realmente importa aqui são os quebra-cabeças do enredo e o desafio de descobrir quem está por trás de tudo. O roteiro mantém o ritmo com pequenas reviravoltas e o típico humor leve que acompanha Chan em suas investigações.
E como Birmingham sabiamente diz no final: “Quando você pensa que não é, é… e quando você pensa que é, é realmente quando não é.”
Mistério policial cômico baseado nos romances do escritor e dramaturgo Earl Derr Biggers (1884-1933). Este foi o 4° de 6 filmes que o ator Roland Winters (1904-1989) interpretou o icônico personagem no cinema e foi um dos últimos da série de filmes sobre o detetive sino-americano. A estória segue a linha da maioria dos filmes do perspicaz investigador chinês, com muito mistério e humor. Neste episódio particular, o trabalho ficou um pouco prejudicado devido às cenas muito escuras na tal mina de ouro.
Uma mina supostamente seca, começa a produzir ouro, causando a ganância de seus trabalhadores, o que eventualmente leva a uma tentativa de assassinato. Charlie Chan, com a ajuda de seu filho n° 2 Tommy, e seu motorista sempre covarde, Birmingham Brown, dedica-se à pesquisa incansável sobre o caso. Chan descobre uma conspiração quando a mina de ouro de baixo pagamento, aparentemente começou a se tornar lucrativa, e tentativas são feitas na vida do dono.
Mais um filme na média. The Golden Eye (1948) não chega aos tempos áureos da série com Warner Oland, e tampouco se equipara aos de Sidney Toler, mas ainda assim tem seus bons momentos. Os filmes com Roland Winters que vi até agora são produções mais simples, porém eficientes, sempre reservando um bom espaço para Tommy Chan e o divertido Birmingham Brown, cuja presença garante um bom equilíbrio entre humor e mistério.
A trama segue o tradicional estilo das aventuras do honorável detetive Charlie Chan, desta vez em meio a uma investigação que envolve uma mina de ouro no Arizona. Há uma boa dose de intriga e alguns enigmas interessantes, ainda que a execução seja mais modesta do que em outras entradas da série.
A cena de tiroteio dentro da mina, por exemplo, é bem fraca — filmada quase em câmera lenta —, mas isso era algo comum na época e acaba tendo seu charme involuntário.
O que realmente importa aqui são os quebra-cabeças do enredo e o desafio de descobrir quem está por trás de tudo. O roteiro mantém o ritmo com pequenas reviravoltas e o típico humor leve que acompanha Chan em suas investigações.
E como Birmingham sabiamente diz no final: “Quando você pensa que não é, é… e quando você pensa que é, é realmente quando não é.”
Assistido em 31/10/2025.
Mistério policial cômico baseado nos romances do escritor e dramaturgo Earl Derr Biggers (1884-1933). Este foi o 4° de 6 filmes que o ator Roland Winters (1904-1989) interpretou o icônico personagem no cinema e foi um dos últimos da série de filmes sobre o detetive sino-americano. A estória segue a linha da maioria dos filmes do perspicaz investigador chinês, com muito mistério e humor. Neste episódio particular, o trabalho ficou um pouco prejudicado devido às cenas muito escuras na tal mina de ouro.
Uma mina supostamente seca, começa a produzir ouro, causando a ganância de seus trabalhadores, o que eventualmente leva a uma tentativa de assassinato. Charlie Chan, com a ajuda de seu filho n° 2 Tommy, e seu motorista sempre covarde, Birmingham Brown, dedica-se à pesquisa incansável sobre o caso. Chan descobre uma conspiração quando a mina de ouro de baixo pagamento, aparentemente começou a se tornar lucrativa, e tentativas são feitas na vida do dono.