A cada filme do hipnótico Jean Rollin que descubro, choco-me mais e mais com o fato de que ele ainda seja tão desconhecido e/ou desconsiderado pelos enciclopedistas do cinema: aqui, o clima da trama e da encenação é deveras 'nouvelle vague', de maneira que eu não me surpreenderia se encontrasse os nomes do primeiro Godard e/ou do Chris Marker nos créditos. O problema é que, à parte o fascínio inicial, a trama se torna repetitiva, não obstante desembocar num belo desfecho truffautiano. Numa revisão, soará melhor! (WPC>)
A cada filme do hipnótico Jean Rollin que descubro, choco-me mais e mais com o fato de que ele ainda seja tão desconhecido e/ou desconsiderado pelos enciclopedistas do cinema: aqui, o clima da trama e da encenação é deveras 'nouvelle vague', de maneira que eu não me surpreenderia se encontrasse os nomes do primeiro Godard e/ou do Chris Marker nos créditos. O problema é que, à parte o fascínio inicial, a trama se torna repetitiva, não obstante desembocar num belo desfecho truffautiano. Numa revisão, soará melhor! (WPC>)