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O Castelo dos Mistérios - Portugal
Sinopse
Filme de comédia célebre na época do Halloween, sobre uma orquestra que é convidada para tocar na festa de uma herdeira, que é alvo de forças sinistras que conspiram contra sua vida.
O filme é bem bolado, a comédia é bem encaixada exceto quando a banda (que canta e toca magistralmente) aparece atuando. Aí começa um desequilíbrio e a coisa desanda e morna demais. A banda fazendo palhaçada (não achei graça rs) tirou muito o clima do filme que poderia ter se focado em um suspense com terror sem precisar tirar a ótima veia cômica do Kay Kyser. Mas só de ter Peter Lorre, Boris Karloff e Bela Lugosi no mesmo filme é praticamente uma benção. Meu coração de fã ficou super feliz.
de vilões ao mesmo tempo, o filme é bem engraçado também pela sua tosquice e aquele M.A. Bogue é a cara do Jim Carrey, agora sei de onde ele tirou a sua inspiração, hahaha, o final
Comédia musical de horror indicada ao Oscar de melhor canção original. "The College of Musical Knowledge" é um crédito de atuação de abertura na tela, mas seus membros são o público do estúdio, já que o mastro Kay Kyser se refere a eles como "estudantes". Este foi o 7° de 8 filmes estrelados por Boris Karloff (1887-1969) e Bela Lugosi (1882-1956), e a única vez que os companheiros húngaros Lugosi e Peter Lorre (1904-1964) compartilharam a tela. O que é muito ruim e desolador é essa mania deles misturarem comédia e terror (e ainda por cima, musical) num mesmo filme. Ou façam de um gênero, ou de outro.
O gerente da banda de Kay Kyser (1905-1985) os reserva para uma festa de aniversário para uma herdeira em uma mansão assustadora, onde forças sinistras tentam matá-la. Kay Kyser e sua orquestra, juntamente com a solista Ginny Simms (1915-1994), são contratados para entreter na tal festa desta jovem rica, Janis Bellacrest, onde eles descobrem uma conspiração contra sua vida, envolvendo-se com figuras estranhas e espiritismo. Quem é o vilão? O juiz sinistro? O médium falso? O psicólogo cético? Você descobrirá. Aquela cena do cãozinho segurando um dinamite aceso na boca é de dar dó.
O problema é que não é um filme de terror propriamente dito, nem mesmo uma paródia: é uma monstruosidade a maior honra e glória de um certo Kay Kyser, diretor de uma orquestra de jazz que arrassou durante os anos 30-40 e que fez uma de suas raras participações como ator principal neste filme. Reúne pela primeira e última vez 3 ícones do terror apenas como coadjuvantes, como Karloff, Lorre e Lugosi, que se limitam a perpetuar seus rostos já famosos, e tudo passa entre canções alegres e clichês acorrentados sem restrição ou conhecimento.
Por P. Lorre, B. Karloff, B. Lugosi e nd +.
Que coisa bem gostosa de assistir.
O filme é bem bolado, a comédia é bem encaixada exceto quando a banda (que canta e toca magistralmente) aparece atuando. Aí começa um desequilíbrio e a coisa desanda e morna demais. A banda fazendo palhaçada (não achei graça rs) tirou muito o clima do filme que poderia ter se focado em um suspense com terror sem precisar tirar a ótima veia cômica do Kay Kyser. Mas só de ter Peter Lorre, Boris Karloff e Bela Lugosi no mesmo filme é praticamente uma benção. Meu coração de fã ficou super feliz.
Até que é bem louco
Lugosi/Karloff/Lorre
com o cachorro explodindo os vilões
Comédia musical de horror indicada ao Oscar de melhor canção original. "The College of Musical Knowledge" é um crédito de atuação de abertura na tela, mas seus membros são o público do estúdio, já que o mastro Kay Kyser se refere a eles como "estudantes". Este foi o 7° de 8 filmes estrelados por Boris Karloff (1887-1969) e Bela Lugosi (1882-1956), e a única vez que os companheiros húngaros Lugosi e Peter Lorre (1904-1964) compartilharam a tela. O que é muito ruim e desolador é essa mania deles misturarem comédia e terror (e ainda por cima, musical) num mesmo filme. Ou façam de um gênero, ou de outro.
O gerente da banda de Kay Kyser (1905-1985) os reserva para uma festa de aniversário para uma herdeira em uma mansão assustadora, onde forças sinistras tentam matá-la. Kay Kyser e sua orquestra, juntamente com a solista Ginny Simms (1915-1994), são contratados para entreter na tal festa desta jovem rica, Janis Bellacrest, onde eles descobrem uma conspiração contra sua vida, envolvendo-se com figuras estranhas e espiritismo. Quem é o vilão? O juiz sinistro? O médium falso? O psicólogo cético? Você descobrirá. Aquela cena do cãozinho segurando um dinamite aceso na boca é de dar dó.
O problema é que não é um filme de terror propriamente dito, nem mesmo uma paródia: é uma monstruosidade a maior honra e glória de um certo Kay Kyser, diretor de uma orquestra de jazz que arrassou durante os anos 30-40 e que fez uma de suas raras participações como ator principal neste filme. Reúne pela primeira e última vez 3 ícones do terror apenas como coadjuvantes, como Karloff, Lorre e Lugosi, que se limitam a perpetuar seus rostos já famosos, e tudo passa entre canções alegres e clichês acorrentados sem restrição ou conhecimento.