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Durante uma viagem de férias a um reino europeu, um inglês descobre, para seu espanto, que é um sósia perfeito do rei do lugar. Quando o rei verdadeiro é impedido de coroar, o forasteiro é forçado a se passar por ele e assumir a coroa temporariamente. Porém uma reviravolta ocorre quando ele se apaixona pela nova rainha e o rei verdadeiro é sequestrado pelo seu meio-irmão. A partir daí, a vida do rei (o prisioneiro de Zenda) e o futuro dos súditos está em suas mãos. Poderá ele resgatar o verdadeiro rei e ainda continuar vivo?
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Aventura e drama romântico em preto e branco da Selznick International Pictures e United Artists indicado a 2 estatuetas no Oscar: melhor direção de arte e melhor trilha sonora; no Festival de Cinema de Veneza, foi nomeado ao Mussolini Cup de melhor filme estrangeiro. O filme foi baseado no romance homônimo de 1894 de Anthony Hope (1863-1933) e Edward E. Rice (1847-1924), e na peça de 1896 de Edward E. Rose (1862-1939). O filme se passa em junho de 1897 na Ruritânia, país fictício da Europa Central.
Outras versões deste filme: os mudos The prisoner of Zenda (13), The prisoner of Zenda (15) e O prisioneiro de Zenda (22), além de O prisioneiro de Zenda (52), que não foi apenas mais uma adaptação, mas um remake cena por cena com alterações mínimas no roteiro, seguindo com a minissérie de televisão em 6 episódios Rupert of Hentzau (64), O prisioneiro de Zenda (79), a minissérie de televisão em 6 episódios The prisoner of Zenda (84), O prisioneiro de Zenda (88) e o filme feito para a TV The prisoner of Zenda, Inc. (96).
Ronald Colman (1891-1958) estrelou anteriormente A queda da Bastilha (35) como outro impostor. O produtor David O. Selznick (1902-1965) não ficou satisfeito com as cenas de ação do filme, especialmente a esgrima, então ele chamou os diretores W.S. Van Dyke (1889-1943) e George Cukor (1899-1983) para refilmá-las depois que a fotografia principal foi concluída. David Niven (1910-1983) e Raymond Massey (1896-1983) morreram em 29 de julho de 1983. O nome do país fictício onde a estória se passa, Ruritânia, nunca é mencionado no filme. Considerado a melhor das versões, tem um grande elenco e boas cenas de lutas de espadachim.
Eficiente mistura de drama, romance e aventura. Não vi ainda nenhuma das outras versões já feitas da mesma história, por isso não posso fazer comparações. Essa versão de 1937 não chega a ser algo espetacular, mas é bem dirigida, tem um elenco competente e uma produção esmerada.
clássico! ;)
Gosto muito do livro e gostei muito do filme!
A melhor versão!