Body Puzzle 1992, no Brasil O Quebra Cabeça. Não sei se me agradou mais ou se me incomodou mais em algumas coisas. A trama em si é boa e interessante e meio complexa: os assassinatos, o quebra-cabeça com pedaços do corpo, e é exatamente isso que a deixa atraente. Porém tem várias cenas com conveniências de roteiro bem forçadas.
Destaco algumas: Abe (François Montagut) tentando colocar a Sra. Landau no elevador à força no hospital, enquanto funcionários presentes simplesmente não fazem nada. O policial que fica com Tracy (Joanna Pacula) e tem ordens claras pra não sair do lado dela, mas a primeira coisa que faz é deixá-la sozinha, sem motivo nenhum. As facadas na piscina, de onde não sai uma gota de sangue. E a cena final da perseguição, claramente acelerada sem necessidade, com o filme simplesmente acabando do nada e com uma resolução bem fraca.
Entre outras coisas que não me recordo agora.
No geral, a história tem potencial e prende a atenção, mas essas falhas de lógica e execução pesam bastante.
Suspense preguiçoso e sem ânimo.Uma das perseguições mais inúteis que já vi na vida.O assassino não sabe nem o rumo que vai.O filme em todo momento se aproveita da ótima forma da protagonista pra deixá-la sem roupa.Outro fraco conto de Lamberto.
>Maratona Lamberto Bava - Assistido em 14 de Dezembro de 2023
Lamberto Bava já fez coisas melhores, e esse aqui é apenas assistível, o resultado ficou longe de ser um filme de horror italiano memorável. A história renderia algo interessante, mas a execução é fraca e se perde tempo demais com idas e mais idas do detetive na casa da mocinha (a bela Joanna Pacula num bom desempenho), com muita enrolação sobre o mesmo assunto. Os assassinatos, além de poucos, não são tão bem elaborados quanto seria um eficiente giallo. O mistério em torno dos órgãos arrancados mantém razoavelmente a atenção, e a trilha sonora é muito boa na construção das cenas de suspense que conduzem as mortes.
[/spoiler] Entre as mortes, há uma cena absurda dentro da piscina na qual o assassino dá facadas num salva-vidas e lhe arranca o rim, sem sequer aparecer uma única gota de sangue na água (!!!). Já uma outra morte foi curiosa, a de uma professora que dava aulas pra crianças cegas. Justamente dela o homicida foi arrancar os olhos... [spoiler]
Peguei este filme pela direção do Lamberto Bava, que fez os ótimos Demons 1 e 2; só que este aqui é muito chato. Filme de psicopata pra lá de chinfrim. Ruim mesmo
Body Puzzle 1992, no Brasil O Quebra Cabeça. Não sei se me agradou mais ou se me incomodou mais em algumas coisas. A trama em si é boa e interessante e meio complexa: os assassinatos, o quebra-cabeça com pedaços do corpo, e é exatamente isso que a deixa atraente. Porém tem várias cenas com conveniências de roteiro bem forçadas.
Destaco algumas: Abe (François Montagut) tentando colocar a Sra. Landau no elevador à força no hospital, enquanto funcionários presentes simplesmente não fazem nada. O policial que fica com Tracy (Joanna Pacula) e tem ordens claras pra não sair do lado dela, mas a primeira coisa que faz é deixá-la sozinha, sem motivo nenhum. As facadas na piscina, de onde não sai uma gota de sangue. E a cena final da perseguição, claramente acelerada sem necessidade, com o filme simplesmente acabando do nada e com uma resolução bem fraca.
Entre outras coisas que não me recordo agora.
No geral, a história tem potencial e prende a atenção, mas essas falhas de lógica e execução pesam bastante.
Assistido em 25/07/2026
O quebra cabeça que falta peça: de Lamberto Bava, "Body Puzzle", 1992 https://youtu.be/3nfUjPQ9Gz4?si=LWR_Hbpshc8vyhOV
Suspense preguiçoso e sem ânimo.Uma das perseguições mais inúteis que já vi na vida.O assassino não sabe nem o rumo que vai.O filme em todo momento se aproveita da ótima forma da protagonista pra deixá-la sem roupa.Outro fraco conto de Lamberto.
>Maratona Lamberto Bava - Assistido em 14 de Dezembro de 2023
Lamberto Bava já fez coisas melhores, e esse aqui é apenas assistível, o resultado ficou longe de ser um filme de horror italiano memorável. A história renderia algo interessante, mas a execução é fraca e se perde tempo demais com idas e mais idas do detetive na casa da mocinha (a bela Joanna Pacula num bom desempenho), com muita enrolação sobre o mesmo assunto. Os assassinatos, além de poucos, não são tão bem elaborados quanto seria um eficiente giallo.
O mistério em torno dos órgãos arrancados mantém razoavelmente a atenção, e a trilha sonora é muito boa na construção das cenas de suspense que conduzem as mortes.
[/spoiler]
Entre as mortes, há uma cena absurda dentro da piscina na qual o assassino dá facadas num salva-vidas e lhe arranca o rim, sem sequer aparecer uma única gota de sangue na água (!!!). Já uma outra morte foi curiosa, a de uma professora que dava aulas pra crianças cegas. Justamente dela o homicida foi arrancar os olhos...
[spoiler]
Peguei este filme pela direção do Lamberto Bava, que fez os ótimos Demons 1 e 2; só que este aqui é muito chato. Filme de psicopata pra lá de chinfrim. Ruim mesmo