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O filme conta a história verídica da família holandesa dos ten Boom que, com base nos princípios de sua fé cristã, durante a II Guerra Mundial decide refugiar judeus e membros da resistência holandesa em um pequeno esconderijo em sua casa, na cidade de Haarlem. A empreitada tem sucesso durante um certo tempo, até que uma delação leva toda a família à prisão. Corrie e sua irmã Betsie são mais tarde levadas ao campo de concentração de Ravensbrück, onde Betsie encontrava na sua fé motivos para demonstrar amor e esperança, ao passo que Corrie procurava na mesma fé em Deus razões resistir ao ódio que sentia dos nazistas.
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Quando eu era criança minha mãe contava essa história na igreja e nunca na minha vida imaginei que um dia eu moraria na Holanda e teria a oportunidade de visitar o Beje e viver um pouco dessa história que me fascinou a vida toda.
Um filme fantástico, fiel aos momentos mais importantes do livro, cheio do amor e do perdão que só compreende quem conhece a Jesus. <3
Esse filme deveria ser regravado com a tecnologia dos nossos dias. A história é muito impactante, quem leu o livro sabe. Mas, para a gravação da época, está de parabéns
Filme Maravilhoso e Impactante! além de ser muito bem feito.
Uma pena ser desconhecido do grade publico, excelente surpresa.
Outro super conto sobre o nazismo e suas vítimas.É um filme com muitos detalhes e ótimos personagens.As recriações de cenário,fotografia,maquiagem é coisa de outro mundo.
Um conto pesado e extremamente emocionante em sua reta final.
>Assistido em 30 de Abril de 2019
-Dou nota 8/10
Mais um filme sobre as consequências da estúpida canalhice nazista, desta vez atingindo uma família tão solidária e acolhedora que beira o irreal. Uma família de princípios morais inabaláveis alicerçados em exortações cristãs (se a maioria dos ditos crentes em Deus tivessem metade do amor ao próximo exibido por essa família viveríamos num paraíso terreno). O filme contém certas cenas em que até podemos duvidar de tamanha vitória sobre o egoísmo ( e se tratando de auxílio a estranhos, não a entes queridos, o que torna as ações muito mais louváveis). Também há momentos em que o sentimentalismo inunda e se prolonga bastante. Eu, particularmente, aprecio mais quando o espectador desvenda os pensamentos dos personagens do que quando pensamentos e emoções encharcam a tela. Mas é só uma questão de gosto. “O refúgio secreto” pode não ser uma obra-prima mas sabe dar porradas em nosso egocentrismo.