Filme baseado no documentário 'The Man Who Would Be Polka King', de Joshua Brown e John Mikula, que segue a ascensão e queda de Jan Lewan, uma sensação da polka na cidade de Pensilvânia que aplicou um "Esquema Ponzi", uma das maiores bolhas financeiras da história.
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Interessante. Não tinha ideia que era baseado em uma história real
Legalzinho,
Uma excelente atuação do Jack Black, e uma história inacreditável.
Baseado numa incrível e ao mesmo tempo maluca história real, o filme produzido pela Netflix foi uma das melhores comédias daquele ano, 2017, infelizmente mal divulgado, o que fez com que poucas pessoas assistissem. É um trabalho curioso e divertido da diretora Maya Forbes, indicada a quatro prêmios Emmy, produtora do seriado ‘The Larry Sanders Show’ e que dirigiu e escreveu o drama ‘Sentimentos que curam’ (2014). Exibido no Festival de Sundance, é uma comédia dramática que nos faz ficar vidrados na tela. Jack Black, de ‘Escola do rock’ (2003), brilha no papel principal – o ator acerta bastante em seus papéis cômicos e debochados, e aqui faz um polonês com forte sotaque que mora há anos na Pensilvania, é um astro da polka music, diverte as pessoas em shows nos clubes e na TV, e acaba se envolvendo no mundo do crime. Jan Lewan foi acusado de participar de um ‘esquema Ponzi’, fraudes em formato de pirâmide, em 2004, que atingiu 400 pessoas em 22 estados americanos, onde embolsou milhões de dólares. Ele ficou preso por cinco anos, chegou a ser ferido gravemente na cadeia e quase morreu no hospital; depois voltou para a prisão e cumpriu pena até 2009.
Jan Lewan se mudou da Polônia para os EUA em 1972, onde pretendia ser maestro, chegou a se apresentar em mais de 30 países com suas turnês, gravou discos e indicado ao Grammy por um álbum em 1995. Está com 83 anos e ainda faz apresentações – sua vida virou documentários e filmes para TV, e esse aqui da Netflix é o melhor deles, muito por causa do trabalho de Jack Black e da boa direção de Maya Forbes.
No filme participam ainda Jason Schwartzman, como um dos músicos da banda, Jenny Slate, no papel da esposa, e a indicado ao Oscar duas vezes Jackie Weaver, a sogra de Jan. POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA NA WEB
Eu amei. Baseado em fatos reais e divertido. Que bom que ele se redimiu.
Jack está sensacional. Que atuação.
- Baseado em uma história real;
- Festival de Sundance 2017: Seleção Oficial;
- Mesma diretora de Sentimentos que Curam (2014);