O ato de defecar, filmado de forma explícita, introduz história paródica de um manifestante que descobre a força política das fezes e passa a fazer atentados com cocô, inicialmente contra vítimas urbanas, transeuntes conformados ou atirando os dejetos dentro de carros. Progressivamente ganha contornos políticos mais nítidos e evacua em várias instituições baianas.
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o CUltura me pegou demais! auhuaeaehueahua
"se suicide, mas não suje meu tapete"
Filminho de merda!!
se suicide, mas não suje o meu tapete!
Segundo filme que vejo do autor Edgard Navarro - Superoutro foi o primeiro-, e mais uma vez me deparo com uma criação incomodante. A imagem em Super 8 casou com a "sujeira" do espaço, regada a fezes e bundas. Seus personagens, sempre transeuntes de grandes cidades, vivem uma liberdade invejável, sempre respeitando seus instintos - aliás, nossos instintos.
Qual o fetiche de Navarro com homens que jogam fezes em motoristas? Não sei, mas é engraçado.
A curta duração da obra foi ideal para a apreciação do subversivo enredo apresentado; diferente de Superoutro, que embora seja curto, tem uma construção em esquetes que me soa cansativo.
porque cagar também pode ser um ato político, e que lindo seria a desobediência excremental; a próxima insurreição marcante será a das fezes; levaremos o cu a sério