Um farol abandonado em uma remota península é assombrado por fantasmas assustadores. Um jovem deve enfrentar as criaturas grotescas da noite ou prestar atenção nos avisos do cuidador do farol para sempre manter uma luz acesa.
LIGHTHOUSE KEEPERS, tradução " faroleiros " senhoras e senhores, uma profissão digamos exitinta não a muito tempo diga se passagem, tendo em vista que a mecanização, e por sua consequencia a modernização em iluminar rotas maritimas afins de evitarem catastrofes submarinas vem ocorrendo de 2004 ate oriundos anos mais contemporaneos diga se passagem, e nos quais em especial junto a região da francofona normandia, ate a anglo bretã região litoranea da nova bretanha onde compreendem a existencia dos principais FAROIS da atualidade cercados de fatores climaticos traiçoeiros, continuam sendo o foco deste tipo de inovação nas navegações internacionais, contudo senhoras e senhores, mesmo com tal mote historico roteristico a disposição em prol de uma melhor inspiração cinematografica, creiam alem de DANEM SE opiniões divergentes, quase de imediato se havia algum " segredo " oculto o qual justificasse as seguintes palavras em idioma estrangeiro acima, ou seja WHEN THE LIGHTHOUSE LIGHT GOES OUT, THE TERROR BEGIN, tradução, " quando a luz do farol apagar, o terror começa", este o sera relevado, para o desfavor da setima arte, ja que se QUASE eu disse QUASE semi " ruindades as escuras ja traduze se ruim, agora " RUINDADE ENTRETENICA as claras " PUTZ, pior ainda, resumindo a quem interessar ou não possa, ate podem irem " na direção desta luz", contudo nao irão " enxergar " muito + do que um ESQUECIVEL exemplar " visivel " logo depois, e fim de papo. MEDIANO. " Farolisticamente " TRES ESTRELAS.
luz em detrimento a escuridão, ainda que por meras razões em tese profissionais em se tratando de segurança maritima, cujo por obstante alguns cantos do mundo tanto ainda possuem uma dependencia mero semi absoluta de tal recurso optico, em especial para fins de garantir que embarcações cheguem a seus respectivos itinerarios, ao inves de os mares virem a traduzirem se no tumulo aquatico de milhares de homo sapiens cujo muito trafegam a hidrosfera cartografica do planeta terra, embora prezados que se hoje a figura do LIGHTHOUSE KEEPER, tradução para " faroleiro", todavia o seja tão obsoleta, para não dizer desnecessaria como tambem identico a relevancia dos periodos de seu maior apogeu inconteste, que contudo atuante esta o seria por algumas razões neste especifico momento da setima arte, ainda que como aqui irão aferir por sob a intermediação desta representação baseada em um conto de edgar alan poe ha exatos 06 anos, haver iluminação seria pasmem, a menor das preocupações envolta, se e´que porventura me entendem, entrentanto senhoras e senhores, nada de fazer deste " cartão de visita " explicativo por parte de ROBERTO, aquele o qual cujo unicamente sabe que a galinha que cai no chao e surta, trata se a galinha " cai e pira ", como um sinal de entretenimento de qualidade plena, pois acreditem que caso enxerguem um palmo nesta penumbra cinefila acesa ilhada bem ? será o que devem " ver", ou seja um reles filme que por obstante o será avaliado por uma " faroleiristicamente" tres estrelas, quer terceiros discordem, o que me importo em demasiado como um leão se importaria em devorar alguem, somente porque este lhe interpela a implorar dizendo se vegetariano, tamanha " relevancia" disto, quer não. se e´que porventura me entendem.
Produção de baixissimo orçamento baseado em um dos contos do Poe. Em vários momentos parece um filme amador, em outros uma produção qualquer feita pro canal Syfy. O segredo é interessante e poderia ter rendido um bom filme se fosse melhor trabalhado e tivesse uma produção à altura da proposta. A baixa qualidade da produção pesa bastante nesse filme, principalmente na segunda metade. Destaque apenas para algumas cenas que lembram muito "Children Shouldn't Play with Dead Things" do Bob Clark. De resto...Meh!
LIGHTHOUSE KEEPERS, tradução " faroleiros " senhoras e senhores, uma profissão digamos exitinta não a muito tempo diga se passagem, tendo em vista que a mecanização, e por sua consequencia a modernização em iluminar rotas maritimas afins de evitarem catastrofes submarinas vem ocorrendo de 2004 ate oriundos anos mais contemporaneos diga se passagem, e nos quais em especial junto a região da francofona normandia, ate a anglo bretã região litoranea da nova bretanha onde compreendem a existencia dos principais FAROIS da atualidade cercados de fatores climaticos traiçoeiros, continuam sendo o foco deste tipo de inovação nas navegações internacionais, contudo senhoras e senhores, mesmo com tal mote historico roteristico a disposição em prol de uma melhor inspiração cinematografica, creiam alem de DANEM SE opiniões divergentes, quase de imediato se havia algum " segredo " oculto o qual justificasse as seguintes palavras em idioma estrangeiro acima, ou seja WHEN THE LIGHTHOUSE LIGHT GOES OUT, THE TERROR BEGIN, tradução, " quando a luz do farol apagar, o terror começa", este o sera relevado, para o desfavor da setima arte, ja que se QUASE eu disse QUASE semi " ruindades as escuras ja traduze se ruim, agora " RUINDADE ENTRETENICA as claras " PUTZ, pior ainda, resumindo a quem interessar ou não possa, ate podem irem " na direção desta luz", contudo nao irão " enxergar " muito + do que um ESQUECIVEL exemplar " visivel " logo depois, e fim de papo. MEDIANO. " Farolisticamente " TRES ESTRELAS.
luz em detrimento a escuridão, ainda que por meras razões em tese profissionais em se tratando de segurança maritima, cujo por obstante alguns cantos do mundo tanto ainda possuem uma dependencia mero semi absoluta de tal recurso optico, em especial para fins de garantir que embarcações cheguem a seus respectivos itinerarios, ao inves de os mares virem a traduzirem se no tumulo aquatico de milhares de homo sapiens cujo muito trafegam a hidrosfera cartografica do planeta terra, embora prezados que se hoje a figura do LIGHTHOUSE KEEPER, tradução para " faroleiro", todavia o seja tão obsoleta, para não dizer desnecessaria como tambem identico a relevancia dos periodos de seu maior apogeu inconteste, que contudo atuante esta o seria por algumas razões neste especifico momento da setima arte, ainda que como aqui irão aferir por sob a intermediação desta representação baseada em um conto de edgar alan poe ha exatos 06 anos, haver iluminação seria pasmem, a menor das preocupações envolta, se e´que porventura me entendem, entrentanto senhoras e senhores, nada de fazer deste " cartão de visita " explicativo por parte de ROBERTO, aquele o qual cujo unicamente sabe que a galinha que cai no chao e surta, trata se a galinha " cai e pira ", como um sinal de entretenimento de qualidade plena, pois acreditem que caso enxerguem um palmo nesta penumbra cinefila acesa ilhada bem ? será o que devem " ver", ou seja um reles filme que por obstante o será avaliado por uma " faroleiristicamente" tres estrelas, quer terceiros discordem, o que me importo em demasiado como um leão se importaria em devorar alguem, somente porque este lhe interpela a implorar dizendo se vegetariano, tamanha " relevancia" disto, quer não. se e´que porventura me entendem.
Produção de baixissimo orçamento baseado em um dos contos do Poe. Em vários momentos parece um filme amador, em outros uma produção qualquer feita pro canal Syfy. O segredo é interessante e poderia ter rendido um bom filme se fosse melhor trabalhado e tivesse uma produção à altura da proposta. A baixa qualidade da produção pesa bastante nesse filme, principalmente na segunda metade. Destaque apenas para algumas cenas que lembram muito "Children Shouldn't Play with Dead Things" do Bob Clark. De resto...Meh!
Fantástico como todos os contos de Edgar Allan Poe. Tudo é improvável e insustentável diante da realidade.
Aquele filme que você pensa que foi filmado nos anos 70