Não conhecia este curta-metragem, mas sou apaixonado pela poesia da escritora biografada. Temi que ficasse enfadado pela narrativa poética, mas aconteceu o contrário: fui seduzida pela beleza extrema do filme, inclusive em termos erotógenos, sendo extraordinária a conjunção de personagens entre o índio e o rapazola loiro na praia. Só não é ainda melhor porque o mais conhecido poema da autora, sobre a Inconfidência Mineira, pareceu um tanto deslocado na desenvoltura erótica do filme. Lindo, é o que importa: curativo e providencial, curou a minha raiva causal! (WPC>)
Pura poesia
Não conhecia este curta-metragem, mas sou apaixonado pela poesia da escritora biografada. Temi que ficasse enfadado pela narrativa poética, mas aconteceu o contrário: fui seduzida pela beleza extrema do filme, inclusive em termos erotógenos, sendo extraordinária a conjunção de personagens entre o índio e o rapazola loiro na praia. Só não é ainda melhor porque o mais conhecido poema da autora, sobre a Inconfidência Mineira, pareceu um tanto deslocado na desenvoltura erótica do filme. Lindo, é o que importa: curativo e providencial, curou a minha raiva causal! (WPC>)