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Data de lançamento
20 Dez. 1979Duração
Joe Gideon (Roy Scheider é um diretor de cinema e coreógrafo mulherengo, que trabalha simultaneamente na edição de seu filme e nos ensaios de um musical. Nisto ele sofre um enfarte e, com a vida por um fio, revê momentos da sua vida, transformando-os em sua imaginação em números musicais. Sua atenção é disputada por 4 mulheres: sua namorada, a ex-esposa, a filha e a Morte, representada por uma bela loira vestida de branco, que conversa com ele de forma bem instigante.
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Gideon tentando fumar no banho = poetic cinema
Um filme bom, com problemas que são fruto do seu tempo. Uma edição frenética que me lembrou do Tony Scott e um final espetacular, que me remeteu ao recente Hamnet. É anacrônico, mas as minhas referências são mais posteriores rs
Vi por fazer parte do chamado Currículo Spilberg
Quando não está planejando seu novo musical ou trabalhando na produção de seu filme, o coreógrafo e diretor Joe Gideon está tomando pílulas e dormindo com mulheres. O stress mental e físico começa a afetar Joe, que agora tem que tomar uma decisão sobre o seu arriscado estilo de vida. O filme é uma autobiografia escrita e dirigida pelo lendário Bob Fosse, dançarino, coreógrafo e diretor norte-americano.
Em pensar que Fosse sintetizou teatro musical, obsessão artística, relacionamentos, paternidade e sátira, tudo dentro da estrutura de um musical sobre si mesmo é incrível! O filme traz o círculo íntimo e a vida pessoal de Fosse para a tela de uma forma tênue sem dar socos!
Joe Gideon, personagem principal da trama, é alguém que não copia os outros, mas desenvolve sua própria visão metodicamente, às vezes maniacamente e então faz acontecer. Ele vive o agora e extrai tudo o que pode de cada momento.
Bob Fosse durante toda a produção não pede perdão e não tenta justificar o comportamento de Gideon,
como, por exemplo, ao ser infiel. As mulheres de sua vida não gostam da infidelidade do coreografo, mas 0 amam tanto que sabem que não devem questioná-la ou desafiá-la.
O número final é épico, sendo diferente dos finais piegas pelos quais os musicais são famosos.
03.09.1986
Musical sombrio mostrando a apoteótica auto destruição do próprio Bob Fosse , mergulhado num espiral de trabalho , drogas , bebida e lascívia com várias mulheres. Jessica Lange aparece linda como representação da sedutora Morte , que se aproxima cada vez mais prá dar ao protagonista o seu (muito ansiado??) descanso final . Roy Scheider no papel da sua vida .