Em novembro de 1941, Jeanne vive com seu avô paterno. Orgulhosa, mas reservada, ela trabalha como professora de piano com demasiada paixão. Em um dia fatídico, sua casa é invadida por um oficial alemão, o que gera a rebeldia da moça.
Um bom drama, onde tudo é dito ou não dito por gestos e olhares. O filme é muito sutil em seu roteiro e na sua direção. Sempre deixa tudo meio subentendido...Apenas o suficiente para compreendermos o contexto. Os atores estão bem, a tensão entre eles é envolvente (embora, por vezes tenha achado a protagonista um tanto caricata nas expressões). É interessante, pois o livro que baseou o filme foi escrito exatamente na mesma época da invasão na França. Achei o final condizente, considerando que naquele contexto eles jamais iriam evoluir a atração deles e por mais que ele se mostrasse diferente dos outros ainda era um naz. invadindo a casa dela e seu país.
"Tem sorte de viver perto do mar. O que eu gosto do mar... É o seu silêncio. Não falo da ressaca de suas ondas... Mas sim do que está oculto, do que percebemos. O mar é silencioso. Mas temos que saber escutar."
Belo filme. Um romance de guerra. Um filme cheio de silêncios e intenções e que, por isso mesmo, tem nas interpretações seu ponto alto. Mas não é só interpretação.A estória é linda. A reconstituição de época é muito cuidadosa, com detalhes delicados e muito significativos. Bela música. Este filme é de 2004. Posteriormente, foi feita nova versão, "Suíte Française", que não é a mesma estória, mas certamente baseada nos mesmos fatos. Ambos são produções europeias, mas no primeiro esta característica é mais visível. Adorei. Recomendo muito a quem deseja mais do que o mesmo de sempre.
Durante a ocupação nazista na França, uma jovem e avô dela são obrigados a ceder um quarto da casa deles para um jovem oficial alemão. Durante essa estadia a “contra gosto”, o alemão é solenemente ignorado pela neta e avô, mas mesmo nessa rotina de clima pesado, surge uma surpreendente atração entre a jovem e o oficial. A história é muito parecida com outro drama de guerra “Suíte Francesa”, realizado dez anos depois (será que esse filme foi uma fonte inspiradora?). Só o final repentino é que destoou, ficou a sensação de que iriam acontecer mais algumas coisas, mas o filme simplesmente acabou.
Um bom drama, onde tudo é dito ou não dito por gestos e olhares. O filme é muito sutil em seu roteiro e na sua direção. Sempre deixa tudo meio subentendido...Apenas o suficiente para compreendermos o contexto. Os atores estão bem, a tensão entre eles é envolvente (embora, por vezes tenha achado a protagonista um tanto caricata nas expressões). É interessante, pois o livro que baseou o filme foi escrito exatamente na mesma época da invasão na França. Achei o final condizente, considerando que naquele contexto eles jamais iriam evoluir a atração deles e por mais que ele se mostrasse diferente dos outros ainda era um naz. invadindo a casa dela e seu país.
"Tem sorte de viver perto do mar. O que eu gosto do mar... É o seu silêncio. Não falo da ressaca de suas ondas... Mas sim do que está oculto, do que percebemos. O mar é silencioso. Mas temos que saber escutar."
Belo filme. Um romance de guerra. Um filme cheio de silêncios e intenções e que, por isso mesmo, tem nas interpretações seu ponto alto. Mas não é só interpretação.A estória é linda. A reconstituição de época é muito cuidadosa, com detalhes delicados e muito significativos. Bela música. Este filme é de 2004. Posteriormente, foi feita nova versão, "Suíte Française", que não é a mesma estória, mas certamente baseada nos mesmos fatos. Ambos são produções europeias, mas no primeiro esta característica é mais visível. Adorei. Recomendo muito a quem deseja mais do que o mesmo de sempre.
Durante a ocupação nazista na França, uma jovem e avô dela são obrigados a ceder um quarto da casa deles para um jovem oficial alemão. Durante essa estadia a “contra gosto”, o alemão é solenemente ignorado pela neta e avô, mas mesmo nessa rotina de clima pesado, surge uma surpreendente atração entre a jovem e o oficial. A história é muito parecida com outro drama de guerra “Suíte Francesa”, realizado dez anos depois (será que esse filme foi uma fonte inspiradora?). Só o final repentino é que destoou, ficou a sensação de que iriam acontecer mais algumas coisas, mas o filme simplesmente acabou.
Um amor manifesto somente pelo olhar!!