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Duração
Um grupo de adolescentes de classe média alta expressa a sua rebeldia se trancando no terraço do topo de um edifício. Segundo Nilsson, “Esse terraço, em que Beatriz Guido e eu recluímos os personagens não é um mero capricho de um cenário. É a Torre de Marfim em que esses jovens desejam viver, de costas para a realidade, a realidade que não tardará em encará-los”. Com este filme a Revista Times edição de 20 de Setembro de 1963, o situa entre os onze maiores diretores do mundo junto a Luis Buñuel, Alain Resnais, François Truffaut, Tony Richardson, Ingmar Bergman, Akira Kurosawa, Andrzej Wajda, Satyajit Ray, Michelangelo Antonioni e Federico Fellini.
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Este é outro onde notamos com o WHK coisas em comum. Um xodó a Belita. Ganha ¼ de estrela extra pela canção do Dick Farney à piscina, e leva outro ¼ de bônus pela Confitería Esmeralda cercada de Jeeps Rastrojeros em Belgrano. O finalzinho(faltando um minuto) deixou-me pasmo. Além disso não digo.
Impressionado com a extrema audácia do roteiro, com o modo inteligentíssimo e mui vanguardista com que a trama é conduzida, com que o variegado painel de personagens é deslindado, com a audácia do desfecho pessimista, com mais algumas similaridades com o Fellini de A DOCE VIDA (
como não pensar no gênio italiano na cena do padre convocando os adolescentes à ordem a partir de uma conclamação via megafone, num helicóptero? Uau!