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O arquiteto alemão Harald Berger é chamado para ir à Índia por Chandra, Marajá de Eschnapur e se apaixona pela bela dançarina Seetha. No entanto, ela já está prometida ao Marajá. Essa traição aumenta a ira do vingativo Chandra, que está lutando sozinho contra seu irmão maquinador, em busca de poder. Os amantes são, então, forçados a fugir para o deserto. Depois de mais de duas décadas de exílio em Hollywood, o mestre Fritz Lang retorna de maneira triunfal para a Alemanha, realizando este exuberante filme, escrito quarenta anos antes.
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Sempre quis ver este filme e sabia que ficaria fascinado pelas cores e pelo exotismo. Mas isto revelou-se um problema: pois o colonialismo é indisfarçado e, da maneira como aparece, o anacronismo conta ponto contra a adesão narrativa, o que é elementar num filme de aventuras. Para piorar, achei o protagonista insosso e excessivamente passivo. Encantava-me sempre que Debra Paget estava em cena e gosto da ambigüidade do vilão, triste em seu anseio criminal por ser amado... A fotografia é deslumbrante e a direção de arte, idem. Fritz Lang é garantia de qualidade, mas algo me incomodou no ritmo do filme, no que tange à coesão entre as seqüências, nas conseqüências de algumas situações (vide o que acontece após a morte do tigre). De fato, Spielberg chupou tudo o que interessa aqui, em termos de estilo. Pressinto que, numa revisão, eu gostarei bastante, mas, neste primeiro contato, não fui macmahonista o suficiente - e nem quis! (WPC>)
"O Tigre de Bengala", de 1959, é o primeiro de dois filmes épicos europeus, o que ficou conhecido como "Indian Epic" de Fritz Lang; o outro é "O Sepulcro Indiano". Lang voltou à Alemanha para dirigir esses filmes, que contam a história de um arquiteto alemão, o marajá indiano para quem ele está construindo um templo, e a bailarina euroasiática que está entre eles. Aventura, ação e romance são os elementos deste belo e estiloso clássico que se encontra disponível no Youtube. Destaque para a belíssima Debra Paget.
O grande destaque fica por conta dos suntuosos cenários mas confesso que o tom novelesco de dramalhão romântico me pegou de surpresa ainda mais vindo de Fritz Lang. Confesso não me animar muito para encarar a continuação.
Este " Der Tiger von Eschnapur " é a primeira parte, sendo seguido por uma segunda parcela intitulada " Das indische Grabmal ". Se você estiver familiarizado com Fritz Lang, particularmente seus épicos silenciosos como "Dr. Mabuse, The Gambler", "Metropolis" e "The Nibelungen", e se você admira uma trama intricada, e atenção aos detalhes e os mundos totalmente carnudos, seus dois A Epopeia Indiana (da qual "Der Tiger von Eschnapur" é a primeira parte) provavelmente se tornará uma surpresa esplêndida. Esta produção massiva tem muito a oferecer, não menos do que os locais notáveis, a cinematografia, as composições da tela de e os trajes deslumbrantes é um colírio para o máximo com uma imagem surpreendente após a outra.
Assisti na época do Telecine Classic. Bom filme, mas não é nada demais. O que faz a diferença nesta aventura é a mão do competente cineasta Fritz Lang. Destaque para a belíssima Debra Paget.