Depois de descobrir um velho fusca abandonado na garagem do seu avô, Junior bola um plano para conseguir ficar com o carro, mas para isso vai ter que remendar uma antiga briga que fraturou a família há anos.
mais chamou atenção foram as falhas na captação do áudio, a trilha do vai que cola faz ser mais capenga, uns diálogos frouxos, umas cenas deveriam ter sido cortadas antes, o Tonico Pereira mandando bem salva suas as cenas - mas não vale o filme, parece demais que foi esquecido na edição final e passaram pra frente como "vai assim mesmo que tá valendo!".
Depois de ficar em cartaz por um mês nos cinemas, chega para aluguel no streaming a comédia brasileira “O velho fusca”, o novo trabalho do diretor e ator gaúcho Emiliano Ruschel (que vem desenvolvendo também carreira nos Estados Unidos). Esperava mais dessa comédia passatempo com bastante gente conhecida da TV e do cinema, como Cleo Pires, Caio Manhente, Tonico Pereira, Christian Malheiros e Danton Mello - mas infelizmente as participações são mal aproveitadas (o que demonstra a fragilidade na direção). O roteiro daria um filme mais legal e menos exaustivo, mas do jeito que ficou cairá no esquecimento. Junior (Caio Manhente) é um rapaz que descobre um fusca abandonado na garagem do avô ranzinza (Tonico Pereira). Ele negocia ficar com o veículo, dá um trato nele e aos poucos se estabiliza na relação com o idoso, que se afastou da família há muito tempo. Ao mesmo tempo Junior tem de lidar com suas amizades e com os compromissos da vida. A narração em primeira pessoa pelo protagonista é um lenga-lenga sem fim, sem contar que o longa é um desfile por points elegantes do Rio de Janeiro, como as praias de Copa e Ipanema, que soam bastante vazios. Para fechar, os diálogos carregam preconceitos e homofobia que não estão no gibi... Detestei tanto esse quanto o filme anterior de Ruschel, o pavoroso suspense “Segredos” (2024), que tem no elenco o próprio Ruschel fazendo par com Danni Suzuki. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspotcom
mais chamou atenção foram as falhas na captação do áudio, a trilha do vai que cola faz ser mais capenga, uns diálogos frouxos, umas cenas deveriam ter sido cortadas antes, o Tonico Pereira mandando bem salva suas as cenas - mas não vale o filme, parece demais que foi esquecido na edição final e passaram pra frente como "vai assim mesmo que tá valendo!".
Depois de ficar em cartaz por um mês nos cinemas, chega para aluguel no streaming a comédia brasileira “O velho fusca”, o novo trabalho do diretor e ator gaúcho Emiliano Ruschel (que vem desenvolvendo também carreira nos Estados Unidos). Esperava mais dessa comédia passatempo com bastante gente conhecida da TV e do cinema, como Cleo Pires, Caio Manhente, Tonico Pereira, Christian Malheiros e Danton Mello - mas infelizmente as participações são mal aproveitadas (o que demonstra a fragilidade na direção). O roteiro daria um filme mais legal e menos exaustivo, mas do jeito que ficou cairá no esquecimento. Junior (Caio Manhente) é um rapaz que descobre um fusca abandonado na garagem do avô ranzinza (Tonico Pereira). Ele negocia ficar com o veículo, dá um trato nele e aos poucos se estabiliza na relação com o idoso, que se afastou da família há muito tempo. Ao mesmo tempo Junior tem de lidar com suas amizades e com os compromissos da vida. A narração em primeira pessoa pelo protagonista é um lenga-lenga sem fim, sem contar que o longa é um desfile por points elegantes do Rio de Janeiro, como as praias de Copa e Ipanema, que soam bastante vazios. Para fechar, os diálogos carregam preconceitos e homofobia que não estão no gibi... Detestei tanto esse quanto o filme anterior de Ruschel, o pavoroso suspense “Segredos” (2024), que tem no elenco o próprio Ruschel fazendo par com Danni Suzuki. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspotcom
A atuação do tônico salva o filme , PQP , que atuação meus amigos!
Que atuação assombrosa de perfeita do Tônico. Que ator sensacional!! Ele não se resume apenas ao Mendonça da Grande Família.
O filme é bem legal e gostoso de assistir.
Só não entendi essa maquiagem da Cléo Pires.
Enfim, ótimo filme, com um show de atuação do Tônico, preciso frizar isso mais mil vezes se necessário!
Um passa tempo muito simples, mas de certa forma, interessante. O Tonico leva o filme nas costas.