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Outros títulos
Odysseus: Voyage to the Underworld - Estados Unidos da América
Sinopse
Odisseu, rei de Ítaca, e seus guerreiros enfrentam a Deusa do Submundo e suas criaturas aladas horrendas que desejam trazer morte e destruição para a humanidade.
Se a ideia é encontrar uma grande aventura inspirada na mitologia grega, talvez seja melhor baixar bastante as expectativas. O filme está longe de ser um desastre, mas também passa longe de ser memorável. No fim das contas, funciona apenas como aquele tipo de produção que você coloca para assistir sem esperar muito e deixa o tempo passar.
**NOTA: 4/10**
O maior problema está na irregularidade. Arnold Vosloo é, de longe, o destaque do elenco como Odisseu, carregando o personagem com a presença que o papel exige. Alguns coadjuvantes também entregam atuações aceitáveis, mas há escolhas que simplesmente não funcionam.
O caso mais estranho é Homero. Não é necessariamente a atuação de Joshua Maurice que incomoda, mas a maneira como o personagem foi construído. Enquanto praticamente todo mundo parece ter saído diretamente de uma tragédia grega, Homero conversa como se tivesse acabado de sair de uma cafeteria moderna. O contraste é tão grande que fica difícil não estranhar cada vez que ele abre a boca.
A história, por outro lado, tem uma premissa interessante. A produção mistura a jornada de Odisseu com elementos de fantasia e horror, brincando com criaturas e figuras da mitologia grega para criar uma aventura envolvendo vampiros. A ideia poderia render algo bem mais interessante do que aquilo que finalmente chega à tela.
O problema é a execução. O roteiro é bastante simples, os personagens são divididos entre mocinhos e vilões sem muita sutileza e praticamente não existe espaço para surpresas. As cenas de ação também não ajudam muito, apresentando efeitos apenas razoáveis e algumas sequências que parecem bem mais baratas do que deveriam.
Ainda assim, o ritmo não chega a ser insuportável. É uma produção modesta, com uma história direta e duração suficiente para cumprir sua função: **entreter por algum tempo sem exigir muito do espectador**.
Há também alguns momentos que quebram completamente a atmosfera, especialmente a mistura entre diálogos com linguagem antiga e falas modernas. E o final, com sua dose generosa de sentimentalismo, definitivamente não ajuda.
No meio de tudo isso, pelo menos temos Stefanie von Pfetten para tornar a experiência um pouco mais agradável. 😏
No geral, é aquele clássico filme que você assiste, termina e provavelmente esquece pouco depois. Não chega a ser ruim o bastante para virar sofrimento, nem bom o bastante para merecer uma recomendação entusiasmada.
**Serve para matar um tempo. E só.**
E uma dúvida que inevitavelmente surge: **gente... Homero é personagem na Odisseia? 😂**
Mata um tempo, nada mais!
Se a ideia é encontrar uma grande aventura inspirada na mitologia grega, talvez seja melhor baixar bastante as expectativas. O filme está longe de ser um desastre, mas também passa longe de ser memorável. No fim das contas, funciona apenas como aquele tipo de produção que você coloca para assistir sem esperar muito e deixa o tempo passar.
**NOTA: 4/10**
O maior problema está na irregularidade. Arnold Vosloo é, de longe, o destaque do elenco como Odisseu, carregando o personagem com a presença que o papel exige. Alguns coadjuvantes também entregam atuações aceitáveis, mas há escolhas que simplesmente não funcionam.
O caso mais estranho é Homero. Não é necessariamente a atuação de Joshua Maurice que incomoda, mas a maneira como o personagem foi construído. Enquanto praticamente todo mundo parece ter saído diretamente de uma tragédia grega, Homero conversa como se tivesse acabado de sair de uma cafeteria moderna. O contraste é tão grande que fica difícil não estranhar cada vez que ele abre a boca.
A história, por outro lado, tem uma premissa interessante. A produção mistura a jornada de Odisseu com elementos de fantasia e horror, brincando com criaturas e figuras da mitologia grega para criar uma aventura envolvendo vampiros. A ideia poderia render algo bem mais interessante do que aquilo que finalmente chega à tela.
O problema é a execução. O roteiro é bastante simples, os personagens são divididos entre mocinhos e vilões sem muita sutileza e praticamente não existe espaço para surpresas. As cenas de ação também não ajudam muito, apresentando efeitos apenas razoáveis e algumas sequências que parecem bem mais baratas do que deveriam.
Ainda assim, o ritmo não chega a ser insuportável. É uma produção modesta, com uma história direta e duração suficiente para cumprir sua função: **entreter por algum tempo sem exigir muito do espectador**.
Há também alguns momentos que quebram completamente a atmosfera, especialmente a mistura entre diálogos com linguagem antiga e falas modernas. E o final, com sua dose generosa de sentimentalismo, definitivamente não ajuda.
No meio de tudo isso, pelo menos temos Stefanie von Pfetten para tornar a experiência um pouco mais agradável. 😏
No geral, é aquele clássico filme que você assiste, termina e provavelmente esquece pouco depois. Não chega a ser ruim o bastante para virar sofrimento, nem bom o bastante para merecer uma recomendação entusiasmada.
**Serve para matar um tempo. E só.**
E uma dúvida que inevitavelmente surge: **gente... Homero é personagem na Odisseia? 😂**
Homero se cegou para evitar ver isso.
Episodio filler da odisseia produzido pelo canal sci-fi
Tão ruim quanto soa
que isso o filme é ate da hora, não é uma obra do cinema mas da pra ver de boas
Nossa, os efeitos especiais são terríveis...