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Data de lançamento
21 Out. 2010Duração
The King's Speech conta a história do homem que se tornou o rei George VI (Colin Firth), pai da rainha Elizabeth II . Após a abdicação de seu irmão, George ("Bertie") relutantemente assume o trono. Atormentado por uma gagueira terrível considerada imprópria para ser rei, Bertie envolve a ajuda de um terapeuta da fala pouco ortodoxo chamado Lionel Logue (Geoffrey Rush). Através de um conjunto de técnicas inesperadas Bertie é capaz de encontrar sua voz e corajosamente levar o país à guerra.
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Um filme bem inglês. É bem interessante a relação de altos e baixos do George com o doutor que não é doutor.
Tem um teor histórico que melhora ainda mais a qualidade da película.
Fornicação!
Baita história, belíssima fotografia e riquíssima trilha sonora.
Um bom filme sem dúvida. Mas inexplicável o tanto de prêmios e indicações ao Oscar em um ano tão concorrido. A história é simpática e correta e a atuação da dupla de profissional e rei que se tornam amigos é muito bonita! Com duas ótimas interpretações!
Sempre sou avesso a filmes vencedores de oscar, mas esse traz uma situação empática/superativa no qual o plot é muito interessante; mas a cartada do plot foi usada quase no final do filme, talvez se tivessem usado antes prendesse mais minha atenção do que os conflitos do reinado.
É um filme bem feito, que acerta na direção, direção de fotografia, figurinos e elenco. Na verdade, as excelentes atuações de Colin Firth e Geofrey Rush ressaltam a intensa agonia de alguém com tanta responsabilidade nas costas, mas que enfrenta uma condição de fala profundamente desafiadora e dolorosa. O filme tem o mérito de mostrar que a realeza também é humana, padece de deficiências como qualquer outra pessoa.
A incansável luta do novo Rei é bem acentuada com o recurso simples de closes em expressões angustiadas, a historia não precisa de muitos elementos originais para ser boa. É o retrato da realidade e, historicamente verídico.
Porém o ritmo não é dos melhores, ele tem aqueles momentos mais "devagar", que são mais focados no processo do que na ação. Tem uma vibe de construção lenta, o que pode se tornar cansativo em alguns pontos, mas no geral o saldo é positivo.