Tive ambas sensações ao assistir este desconhecido faroeste dramático. O primeiro do senso de injustiça e maldade que os horríveis personagens masculinos e odiosos possuem (em todo gênero faroeste). Contudo, fiquei com raiva da protagonista (Yvonne De Carlo) por ser tão burra e conivente com os capangas que só queriam a morte do seu marido e tirar uma "casca" com ela. Finalmente, quando surge um homem justo a mulher resiste em acreditar nele. Gostei muito da personagem da índia (Mara Corday) não resistindo a hegemonia branca e masculina retornando após uma traumática experiência com 'homens brancos' a sua origem indígena ( digna) só contrário da indecisa e dondoca personagem da Yvonne De Carlo. Rory Calhoun está sumamente sisudo e econômica nas palavras o que lhe caiu bem como homem de poucas palavras, porém com sendo de justiça. Apesar de tudo, é um bom filme curto e conciso.
Tive ambas sensações ao assistir este desconhecido faroeste dramático. O primeiro do senso de injustiça e maldade que os horríveis personagens masculinos e odiosos possuem (em todo gênero faroeste). Contudo, fiquei com raiva da protagonista (Yvonne De Carlo) por ser tão burra e conivente com os capangas que só queriam a morte do seu marido e tirar uma "casca" com ela. Finalmente, quando surge um homem justo a mulher resiste em acreditar nele. Gostei muito da personagem da índia (Mara Corday) não resistindo a hegemonia branca e masculina retornando após uma traumática experiência com 'homens brancos' a sua origem indígena ( digna) só contrário da indecisa e dondoca personagem da Yvonne De Carlo. Rory Calhoun está sumamente sisudo e econômica nas palavras o que lhe caiu bem como homem de poucas palavras, porém com sendo de justiça. Apesar de tudo, é um bom filme curto e conciso.
Filme muito bom gostei da vingança da índia rsrs