Após um ataque a uma base clandestina na Polônia, o SEAL Jake Harris usa todas as suas habilidades militares para sobreviver a um cerco ao aeroporto por mercenários que tentam capturar o suspeito de terrorismo Amin Mansur.
Adkins prova ser um dos maiores talentos marciais de sua geração. Sem o luxo de dublês substituindo-o através de cortes de edição rápidos, ele atua, atira, luta no chão e sofre quedas em takes longuíssimos
O diretor sabe quando desacelerar a câmera, permitindo aos personagens (e ao público) recarregar as armas e recuperar o fôlego antes do próximo tiroteio
O Peso da Sobrevivência. A Banalidade da Guerra Moderna. A Inevitabilidade das Consequências.
O roteiro serve puramente à mecânica da ação. Os diálogos são expositivos e carecem de subtexto emocional. O vilão de Michael é subutilizado em termos dramáticos
Boa sequência, mantém aquela filmagem em primeira pessoa, com grandes closes, arma na mão, implementando com 4 telas, pena não ter sobrando quase ninguém do primeiro filme para a continuação, mas não tão bom quanto o anterior, mas mantém o bom ritmo, ótima trama, plot twist leve, o desfecho menos interessante que o anterior, final cansativo, bom para regular...
O primeiro já não foi lá grande coisa e esse aqui mantém o padrão, Tom Berenger com 75 anos ainda atuando e Scott Adkins vs Michael Jai White pela milésima vez são os destaques do filme.
Adkins prova ser um dos maiores talentos marciais de sua geração. Sem o luxo de dublês substituindo-o através de cortes de edição rápidos, ele atua, atira, luta no chão e sofre quedas em takes longuíssimos
O diretor sabe quando desacelerar a câmera, permitindo aos personagens (e ao público) recarregar as armas e recuperar o fôlego antes do próximo tiroteio
O Peso da Sobrevivência. A Banalidade da Guerra Moderna. A Inevitabilidade das Consequências.
O roteiro serve puramente à mecânica da ação. Os diálogos são expositivos e carecem de subtexto emocional. O vilão de Michael é subutilizado em termos dramáticos
A paixão humana engatilhada para lutar contra o que é árduo e ameaçador. O filme é um estímulo contínuo desse apetite.
A persistência do protagonista frente ao esgotamento físico e à morte iminente. Resiliência bruta, mas focada num propósito terreno.
Boa sequência, mantém aquela filmagem em primeira pessoa, com grandes closes, arma na mão, implementando com 4 telas, pena não ter sobrando quase ninguém do primeiro filme para a continuação, mas não tão bom quanto o anterior, mas mantém o bom ritmo, ótima trama, plot twist leve, o desfecho menos interessante que o anterior, final cansativo, bom para regular...
Genericão Ultrafarma.
Marcando aqui pra não ver de novo.
Tão bom quanto o primeiro, notas baixas injustas…
O primeiro já não foi lá grande coisa e esse aqui mantém o padrão, Tom Berenger com 75 anos ainda atuando e Scott Adkins vs Michael Jai White pela milésima vez são os destaques do filme.