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Uma investigação cuidadosa, baseada em imagens de arquivo, entrevistas e documentos oficiais, sobre o seqüestro de um ônibus em plena zona sul do Rio de Janeiro. O incidente, que aconteceu em 12 de junho de 2000, foi filmado e transmitido ao vivo por quatro horas, paralisando o país. No filme a história do seqüestro é contada paralelamente à história de vida do seqüestrador, intercalando imagens da ocorrência policial feitas pela televisão. É revelado como um típico menino de rua carioca transforma-se em bandido e as duas narrativas dialogam, formando um discurso que transcende a ambas e mostrando ao espectador porque o Brasil é um país é tão violento.
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Infelizmente, quer enfiar na nossa cabeça q a culpa não é do bandido é sim da sociedade…. Q mané vítima da sociedade oque rpz? O cara era um delinquente e bandido bom é bandido.. Não gostou adota e leva p casa.
21.09.2025
Gosto muito do trabalho do Padilha, mas a tentativa de passada de pano aqui me desagradou bastante> Só faltou dizer que o marginal era mais vítima que a passageira. Nota 4,0.
Com certeza uma das melhores obras nacionais que já vi. Ele não tenta maquiar a realidade ou te dar uma versão mais leve dos fatos, pelo contrário, te joga de cabeça na crueza da história. O jeito como mostra o Sandro é pesado, porque, ao mesmo tempo que você entende que ele é responsável pelas coisas que fez, o filme também te faz enxergar que ele é um produto de uma vida cheia de abandono e violência. É difícil não sentir um misto de raiva e pena.
O documentário te deixa com um nó na garganta do início ao fim. Não é só o que está sendo contado, mas a maneira como tudo é construído que te pega. Quando acaba, você fica com aquele aperto no peito, refletindo sobre as questões sociais, sobre o sistema que falha, e sobre como essa linha entre vítima e culpado pode ser muito mais complexa do que parece. É um filme que mexe com a gente, e vai além da tela
Triste realidade do Brasil, um país perdido pra pobreza e violência. 24 anos após esse caso, infelizmente nada mudou!