Depois de colocar seu namorado assassino em chamas, uma mulher delirante e paranoica consegue um emprego em um posto de gasolina que funciona a noite toda.
Que grata surpresa! Prendeu a minha atenção do início ao fim.
A trama é bem amarrada, embora tenha os típicos clichês do gênero, as circunstâncias e o motivos das situações não são exagerados, fazem sentido e não fogem tanto da realidade.
A direção, fotografia e gore entregam um excelente resultado, as atuações também são muito boas, com destaque para o ex namorado psicopata da Mary. Cê é doido, esse cara tinha uma presença absurda e sinistra em cada cena que aparecia.
Embora todo o longa tenha poucos cenários, sendo o principal o posto de gasolina, a equipe de produção soube criar um excelente clima de tensão com todas as ambientações, tornando assim a experiência muito boa, em momento algum o filme se torna monótono ou entediante, pois sempre tem alguma coisa acontecendo.
Outro aspecto excelente, é o fato da protagonista ter sintomas de transtorno de estresse pós-traumático (PTSD), o que dificulta distinguir a paranoia da realidade, ajudando ainda mais na construção de uma atmosfera de suspense.
No final o resultado é bem satisfatório, slasher aprovadíssimo.
Mas também cabe outras interpretações do que é que realmente aconteceu:
Ao longo do filme, Mary tem alucinações e flashbacks, tornando difícil para ela e para o público distinguir a realidade. James é retratado como um vilão, mas a misteriosa ausência de seu corpo e sua aparição no salão de cabeleireiro sugerem a possibilidade de que Mary tenha imaginado tudo. O filme deixa em aberto duas interpretações: uma em que os eventos são considerados reais, e outra em que Mary, devido ao seu trauma, teria cometido os assassinatos e imaginado James como o culpado.
Em suma, “Open 24 Hours” é um filme de terror slasher que acompanha a jornada de Mary, uma ex-presidiária que enfrenta alucinações e paranoia enquanto trabalha em um posto de gasolina durante a noite. A narrativa explora os limites entre a realidade e a imaginação de Mary, deixando o desfecho em aberto e sugerindo a possibilidade de que ela seja a verdadeira responsável pelos assassinatos ocorridos.
E lá vamos nós traveis, mais um filme slasher, tá esse até um pouco fora da curva, mas com os mesmos clichês de vários outros, guria que conseguiu se livrar de seu namorado psico, que a obrigava assistir seus assassinatos, e por conta disso desenvolveu estresse pós traumático e vê coisas, consegue emprego em um posto 24 horas.
A premissa é essa, o diferente, e que ela vê coisas assustadoras, o que traz um pouco de terror a história, ta exagera , mas da um ar meio sobrenatural, mas não demora a cair nos velhos clichês conhecidos, como decisões estupidas, o radar do psico...
E aquela de matar o psico e o corpo sumir no final..dando certeza de uma continuação...já deu né, mania de criar um novo Jason ou mike Myers..fora que o psico nao tem como nao desassociar do filme eu sei o que vocês fizeram no verão passado, nao sei se foi intencional..
apesar de quase todos os comentarios aqui serem ruins eu encarei e até que curti, fiquei com dó da Mary.
A pior final girl da história! Sonsaaaaaaaaa
Gostei com ressalvas.
Que grata surpresa! Prendeu a minha atenção do início ao fim.
A trama é bem amarrada, embora tenha os típicos clichês do gênero, as circunstâncias e o motivos das situações não são exagerados, fazem sentido e não fogem tanto da realidade.
A direção, fotografia e gore entregam um excelente resultado, as atuações também são muito boas, com destaque para o ex namorado psicopata da Mary. Cê é doido, esse cara tinha uma presença absurda e sinistra em cada cena que aparecia.
Embora todo o longa tenha poucos cenários, sendo o principal o posto de gasolina, a equipe de produção soube criar um excelente clima de tensão com todas as ambientações, tornando assim a experiência muito boa, em momento algum o filme se torna monótono ou entediante, pois sempre tem alguma coisa acontecendo.
Outro aspecto excelente, é o fato da protagonista ter sintomas de transtorno de estresse pós-traumático (PTSD), o que dificulta distinguir a paranoia da realidade, ajudando ainda mais na construção de uma atmosfera de suspense.
No final o resultado é bem satisfatório, slasher aprovadíssimo.
Mas também cabe outras interpretações do que é que realmente aconteceu:
Ao longo do filme, Mary tem alucinações e flashbacks, tornando difícil para ela e para o público distinguir a realidade. James é retratado como um vilão, mas a misteriosa ausência de seu corpo e sua aparição no salão de cabeleireiro sugerem a possibilidade de que Mary tenha imaginado tudo. O filme deixa em aberto duas interpretações: uma em que os eventos são considerados reais, e outra em que Mary, devido ao seu trauma, teria cometido os assassinatos e imaginado James como o culpado.
Em suma, “Open 24 Hours” é um filme de terror slasher que acompanha a jornada de Mary, uma ex-presidiária que enfrenta alucinações e paranoia enquanto trabalha em um posto de gasolina durante a noite. A narrativa explora os limites entre a realidade e a imaginação de Mary, deixando o desfecho em aberto e sugerindo a possibilidade de que ela seja a verdadeira responsável pelos assassinatos ocorridos.
E lá vamos nós traveis, mais um filme slasher, tá esse até um pouco fora da curva, mas com os mesmos clichês de vários outros, guria que conseguiu se livrar de seu namorado psico, que a obrigava assistir seus assassinatos, e por conta disso desenvolveu estresse pós traumático e vê coisas, consegue emprego em um posto 24 horas.
A premissa é essa, o diferente, e que ela vê coisas assustadoras, o que traz um pouco de terror a história, ta exagera , mas da um ar meio sobrenatural, mas não demora a cair nos velhos clichês conhecidos, como decisões estupidas, o radar do psico...
E aquela de matar o psico e o corpo sumir no final..dando certeza de uma continuação...já deu né, mania de criar um novo Jason ou mike Myers..fora que o psico nao tem como nao desassociar do filme eu sei o que vocês fizeram no verão passado, nao sei se foi intencional..
Mas vale uma conferida..