Ôrí

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Ôrí (1989)
Ôrí
Média do filme: 4.4 de 5 — baseado em 141 votos
MÉDIAFILMOW
4.4
141 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Raquel Gerber
País de origem Brasil 🇧🇷
Duração 91 min (1h31)
Status Streaming

Dirigido por

Duração

91 minutos
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Sinopse

A história dos movimentos negros no Brasil entre 1977 e 1988 é contada no documentário Ôrí, lançado em 1989, pela cineasta e socióloga Raquel Gerber. Tendo como fio condutor a vida da historiadora e ativista, Beatriz Nascimento, o filme traça um panorama social, político e cultural do país, em busca de uma identidade que contemple também as populações negras, e mostrando a importância dos quilombos na formação da nacionalidade.

Ôrí significa cabeça, um termo de origem Iorubá, povo da África Ocidental, que, por extensão, também designa a consciência negra na sua relação com o tempo, a história e a memória.

Com fotografia de Hermano Penna, Pedro Farkas, Jorge Bodanzky, entre outros, música de Naná Vasconcelos e arranjos de Teese Gohl.

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Comentários 2
amigos querem ver
deniltonsjesus
Denilton
½
11 meses atrás

O mundo foi injusto com Beatriz Nascimento, fez tanto pela história da população afro-brasileira, mas é muito menos lembrada do que deveria, ainda tinha muito a contribuir, uma tristeza ter sido vítima de um feminicídio cruel junto à traição da pessoa que tentou ajudar.

Leitura assim precisam, constantemente, serem efetuadas...são narrativas imprescindíveis para nos fazer relembrar uma origem negada a ferro e fogo!

az
Alex Hercog (Az)
5 anos atrás

Uma pequena jóia do cinema nacional, com registros históricos e faces e falas de quem construiu o tão diverso movimento negro brasileiro. As lutas não começaram hoje. Nem suas contradições. Por isso é sempre bom olhar para trás, pra pegar o fio da meada...

pseudokane3
Wesley PC>
6 anos atrás

Este filme era uma pendência antiga: trata-se de uma das obras fundamentais sobre autoafirmação negra, realizadas aqui no Brasil, irmanada com O FIO DA MEMÓRIA e ABOLIÇÃO. Escrito e narrado pela historiadora sergipana Beatriz Nascimento, o roteiro deste documentário parece errático, demora um pouco para encontrar o seu percurso: apresenta cenas filmadas em escolas de samba, discotecas, terreiros de candomblé e outros espaços de ocupação racial bem-sucedida, concatenando as seqüências com a conjuntura histórica de captação das mesmas. De repente, os debates passam a apresentar cisões depoimentais e participativas: suspeitas de assimilação abrandada das perspectivas ideológicas sob o viés acadêmico são contrastadas em relação à urgência perene da luta reivindicativa. Beatriz Nascimento invoca a relevância etimológica dos quilombos, investiga os sufixos constitutivos de palavras, conta passagens de sua própria biografia, relevantes para o entendimento pessoal da causa coletiva trazida à tona. Em Granada, tropas estadunidenses tentam naufragar uma insurreição negra comemorada em palestras. A dialética ultrapassa o espaço terreno, sem esquecer que a terra é o que realmente importa. O desfecho do filme é poético, ao som da música extraordinária de Naná Vasconcelos. Eventualmente, parece mais longo, possui um ou outro problema de ritmo. Mas é um documento essencial, é uma declaração ativa de resistência. Obrigatório, em mais de um sentido! (WPC>)

inatemporal
Iná
6 anos atrás

Pra ser exibido nas escolas!

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Elenco de Ôrí

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Beatriz Nascimento 0 2

Beatriz Nascimento

(Narradora)

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