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A derrota em Maratona (490 a.C.), não fez os persas desistirem de incluir a Grécia nos vastos domínios de seu império. Em 480 a.C., o rei Xerxes lidera um numeroso exército e uma poderosa frota para realizar o frustrado projeto de seu pai, Dario I.
Enquanto o exército asiático avança pelo litoral (para ser abastecido pela frota), as pólis (cidades-estado) gregas, divididas por suas querelas internas, não conseguem, imediatamente, adotar uma estratégia comum. Quando muito, despacham um pequeno contingente de hoplitas para o estreito desfiladeiro das Termópilas (passagem obrigatória para a Grécia central), visando retardar o progresso do invasor.
Por um curto tempo, os gregos resistem, mas quando o local é circundado pelos persas, a resistência se torna inútil e todos recuam, salvo o rei Leônidas que, à frente de trezentos espartanos, opta por conquistar a glória mediante uma morte heróica.
Tal é o tema dessa produção cinematográfica estadunidense, realizada com a cooperação do governo da Grécia, e filmada na localidade grega de Perachora, no Peloponeso. Perfeitamente sintonizado com o "espírito" da Guerra Fria vigente à época, o filme faz o elogio da liberdade dos espartanos em luta contra o império escravocrata persa, omitindo que Esparta era uma oligarquia que escravizava os Hilotas, inclusive promovendo pogroms periódicos, para controlar seu crescimento populacional. O ator (de limitados recursos) Richard Egan vive o papel do heroico Leônidas, enquanto a presença de Diane Baker responde pelo excasso ingrediente romântico do filme.
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Bom filme, grande clássico.
Versão realista (filmada em locações, numa produção normal com atores) da legendária Batalha Das Termópilas, que contrasta com a estilosa versão 'cine/HQ' de Zack Snyder e Frank Miller, "300". O elenco de 2a linha é bem canastrão, mas o drama político e as cenas de batalha garantem o interesse.
Por causa dos 300 de 2006 resolvi assistir esse, não gostei, filme não deu emoção, a história se "arrasta" podeira se um filme épico, mas não conseguiu a grandeza como Ben Hur , ou "Maior história de todos os Tempos".
Em súmula é um filme fraco que não retrata a verdeira dimensão que foi a batalha.
Bom filme para você !!!!!
Pessoalmente, acho que essa versão tem o final mais triste dos espartanos. O que é muito bom, na verdade. Esses épicos antigos são sensacionais.
Gosto muito de rever esse antológico "Os 300 de Esparta", memorável épico de 1962. Mesmo datado, supera até mesmo o remake "300", produção gráfica de 2006, estrelada por Gerard Butler. O figurino deste clássico de 62 é um primor de qualidade. Apesar do competente elenco, belos cenários e boas cenas de ação, o filme peca por conta da lentidão na estória, mas isso não compromete a boa qualidade e empenho da produção. O filme narra com precisão histórica, a famosa Batalha das Termópilas, entre Gregos e Persas. Artisticamente, "Os 300 de Esparta", vale ser apreciado por quem curte histórias da antiguidade.