A mudança vem lentamente para uma pequena cidade de New Hampshire no início do século 20. As pessoas crescem, casam, vivem e morrem. Leite e jornal são entregues todas as manhãs, e ninguém trava as portas a sua frente...
Um pequeno embrião do que se seria o A Felicidade Não se Compra, todavia em comparação ao exemplar mais famoso, Nossa Cidade não funciona em praticamente nada , em qualidade de texto em roteiro, em uma direção claudicante e no que concerne o foco e sua relação com o protagonismo dos personagens. A atenção invariavelmente dispersa logo creio que nas mãos de um diretor mais habilidoso poderia ser um filme marcante.
Não ficou claro pra mim se aquela sequência final dela morta foi só um sonho, delírio febril ou se ela realmente chegou a sair do corpo durante a doença e voltou porque quis muito viver. Porque o narrador disse claramente que ela tava doente antes daquela cena começar, e no final pareceu que nunca existiu doença nenhuma.
"Our Town" é um filme honesto, aberto e sentimental. Os personagens são bem definidos e despretensiosos. Eles compartilham seus sonhos, desejos, medos e vidas conosco. Nós nos preocupamos com essas pessoas e podemos nos relacionar com elas. "Our Town"não precisa de nenhum efeito especial ou qualquer dia moderno para contar sua história. O diálogo move o enredo. O foco deste filme são os personagens e os diferentes estágios de suas vidas. Se ao menos Hollywood pudesse voltar a fazer filmes como esse. Na minha opinião, "Our Town" é imperdível para todos os aficionados por filmes sérios.
O curto filme é um exemplo de filme sem grandes rompantes dramáticos e, para minha surpresa, decide falar da vida. Isso mesmo, em 1940 essa adaptação de uma peça da Broadway conta a história de pessoas em uma pacata cidade sem grandes reviravoltas. É quase tão bonito quanto datado.
Infelizmente, ''Our Town'' não envelheceu muito bem e é quase impossível de se assistir, mas quando Scott toma a dianteira do elenco, tudo melhora. Durante muito tempo a nossa 'protagonista' é deixada de lado, mas ao mostrar o desenrolar de seu romance, a atriz consegue expor muito bem a ideia base do próprio filme. Sua última cena, muito estranha para a década de 40, é quando ela justifica sua indicação. É um show tão bom que você, quase, não lembra o sofrimento que foi chegar até ali.
Um pequeno embrião do que se seria o A Felicidade Não se Compra, todavia em comparação ao exemplar mais famoso, Nossa Cidade não funciona em praticamente nada , em qualidade de texto em roteiro, em uma direção claudicante e no que concerne o foco e sua relação com o protagonismo dos personagens. A atenção invariavelmente dispersa logo creio que nas mãos de um diretor mais habilidoso poderia ser um filme marcante.
Achei o final muito estranho, com esse negócio no cemitério, pareceu outro filme, não gostei muito.
Filme chatinho demais, com aquela narração enfadonha ainda por cima.
Não ficou claro pra mim se aquela sequência final dela morta foi só um sonho, delírio febril ou se ela realmente chegou a sair do corpo durante a doença e voltou porque quis muito viver. Porque o narrador disse claramente que ela tava doente antes daquela cena começar, e no final pareceu que nunca existiu doença nenhuma.
"Our Town" é um filme honesto, aberto e sentimental. Os personagens são bem definidos e despretensiosos. Eles compartilham seus sonhos, desejos, medos e vidas conosco. Nós nos preocupamos com essas pessoas e podemos nos relacionar com elas.
"Our Town"não precisa de nenhum efeito especial ou qualquer dia moderno para contar sua história. O diálogo move o enredo. O foco deste filme são os personagens e os diferentes estágios de suas vidas. Se ao menos Hollywood pudesse voltar a fazer filmes como esse.
Na minha opinião, "Our Town" é imperdível para todos os aficionados por filmes sérios.
O curto filme é um exemplo de filme sem grandes rompantes dramáticos e, para minha surpresa, decide falar da vida. Isso mesmo, em 1940 essa adaptação de uma peça da Broadway conta a história de pessoas em uma pacata cidade sem grandes reviravoltas. É quase tão bonito quanto datado.
Infelizmente, ''Our Town'' não envelheceu muito bem e é quase impossível de se assistir, mas quando Scott toma a dianteira do elenco, tudo melhora. Durante muito tempo a nossa 'protagonista' é deixada de lado, mas ao mostrar o desenrolar de seu romance, a atriz consegue expor muito bem a ideia base do próprio filme. Sua última cena, muito estranha para a década de 40, é quando ela justifica sua indicação. É um show tão bom que você, quase, não lembra o sofrimento que foi chegar até ali.