Nova York, 1988. Novelista mentalmente instável e viúvo (Russel Crowe) tenta criar sozinho a filha de cinco anos. Vinte anos depois a garota, já adulta (Amanda Seyfried), cuida de crianças com problemas psicológicos e ainda tenta entender sua complicada infância.
Particularmente gostei bastante do filme. Cheio de camadas e uma história profunda, densa e impactante. A atuação do casal de protagonistas foi excelente e o filme consegue trazer boas reflexões.
“O quanto de poder possui a presença/ausência fraternal na vida de uma criança?”. Sempre pondero este questionamento quando paro para refletir a respeito e quando assisto um filme como este.
Consigo perceber os nuances do quanto isto pode influenciar uma criança e posteriormente um adulto, caso não trate aquilo que o(a) aflige.
Engraçado como a internet funciona com passar do tempo, logo que saiu teve críticas e ngm achou nada demais (Inclusive concordo com isso, um draminha comum) e hoje basicamente é um ícone, perfeito, bem resolvido... quando na vdd, fala sobre um monte de coisa e não se aprofunda em nada, não tem como o final desse filme ser bom, a real é que ele vai funcionar pra quem vive algo parecido em certo momento na vida e solta duas lágrimas, esses dramas americanos estão mais pra novelas brasileiras, por isso o sucesso
Muito profundo e com tantas camadas, como nossa infância pode moldar nossa história se não trabalharmos nossos medos e traumas, vivendo atrás de crenças e sentimentos que nos punem e nos afetam de tal modo que paralisamos em um modo de ser inautêntico.
Maravilhoso! A menininha trabalha bem demais! Impressionante! O filme é muito triste, mas não deixem de assistir!
Muito profundo e cheio de camadas.