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Data de lançamento
15 Julho 1946Duração
O homem de negócios, Logan Stuart (Dana Andrews), está escoltando a noiva de seu amigo, Lucy Overmire (Susan Hayward), de volta para sua casa na distante cidade de Jacksonville, no Oregon. No trajeto de sua dura jornada Lucy se sente atraída por Logan cujo coração parece pertencer a outra pessoa. Quando chegam em Jacksonville, vários fatos começam a acontecer envolvendo vilões, damas, triângulos amorosos, assassinatos...
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O primeiro ato do filme é bem eficiente, apresentando os personagens e o cenário lamacento do Oregon, em um belo trabalho da direção de arte e locações, realçado pela magnifica fotografia em Tecnicolor. Mas o segundo ato é prolixo, com muitos personagens em pouco tempo de filme, que acabam mal desenvolvidos, em especial o triângulo amoroso entre Logan, Lucy e Caroline, além do vilão vivido por Ward Bond.
Fotografia brilhante!!!
É um bom filme, mas queria ter gostado mais
Faroeste em Technicolor da Walter Wanger Productions e Universal Pictures Corporation indicado ao Oscar de melhor canção original; no Festival de Cinema de Veneza, foi indicado ao Prêmio Venezia Classici de melhor filme restaurado. Apresentando triângulos amorosos e uma revolta indígena, o filme foi adaptado do romance homônimo de 1945, do "Saturday Evening Post", de Ernest Haycox (1899-1950).
Embora a estória seja fictícia, a cidade de Jacksonville, no Oregon, não é. Neste filme é muito remota, com poucos moradores e dificilmente se qualifica como uma cidade. E sua história real é ter sido fundada como uma cidade mineradora de ouro, como neste filme. Dana Andrews (1909-1992) trabalharia com o diretor francês Jacques Tourneur (1904-1977) uma década depois em A noite do demônio (57) e Os fabricantes do medo (58). Lloyd Bridges (1913-1998) trabalharia com o diretor Jacques Tourneur em outro faroeste uma década depois, Choque de ódios (55).
Uma reflexão sobre a expansão americana e a necessidade irreprimível de ganhar, seguir em frente e encontrar um propósito na vida, na forma de um bonito faroeste tecnicolor. Um testemunho pseudo-realista do espírito indomável dos colonos do século XIX. Este foi o 1° western do diretor e o 1° filme rodado em cores, sendo uma das entradas mais sensuais de sua filmografia. Um filme robusto em que, pela primeira vez, a estória é mais extensa do que o próprio cenário.
Assisti esse filme umas quatro vezes (que me lembro) em fita VHS. Gostaria de achar em DVD. Prá quem curte um bom filme ele tem uma ótima fotografia e um envolvente enredo dentro desse gênero. Nota 9,5
Jacques Tourneur com um faroeste colorido e pra ser contemplado, é um belo registro. Ação, romance, música e pouco tiroteio, menos mal, acaba não sendo mais um western com essa finalidade. Existem cenas que merecem emoldurar e botar na parede, são lindas.