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Data de lançamento
15 Julho 1999Duração
Um grupo de pesquisadores tenta desvendar o mistério que anda aterrorizando os banhistas de um lago e acabam encontrando uma verdadeira máquina de destruição: um crocodilo pré-histórico de nove metros. Agora, eles terão que lutar contra a fera para sobreviverem.
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Muito divertido! Mistura terror, comédia, romance e CGI de qualidade.
Como um filme gostoso desse de ver, tem essa nota baixa eu não entendo! Diverte demais!
Na tradição dos anos 90 de filmes de horror auto referentes e que não parecem querer que você leve a sério, mas se divirta com o conceito apresentado, temos Panico no Lagocomo representante dos filmes de monstros selvagens, com seu crocodilo gigante atacando em um lago do estado americano do Maine. Panico no Lago é um filme espirituoso, os personagens possuem química e entregam bem mais do que os tradicionais cliches desse tipo de filme. O Crocodilo ainda convence, já que não é todo feito em computação gráfica.
O filme Pânico no Lago (1999) já começa apresentando seus personagens de forma bem direta. Jack Wells (Bill Pullman) é o típico cara calmo e prático. Kelly Scott (Bridget Fonda), por outro lado, é uma paleontóloga da cidade grande, cética e um pouco arrogante no início, mas que acaba se envolvendo mais do que esperava. Já Hank Keogh (Brendan Gleeson) é o policial local de temperamento explosivo, sempre de cara fechada, enquanto Hector Cyr (Oliver Platt) é o milionário excêntrico e fanfarrão que chega pra roubar a cena com seu humor ácido e um toque de loucura.
Logo no começo, a mina prefere ficar lá no Maine com um crocodilo de nove metros em vez de voltar pro ex que está saindo com a própria amiga
Desde o início, achei que apenas Jack e Kelly sobreviveriam no final, e que Hank seria o primeiro a ir pro saco. Porém, eu realmente acreditava que seriam só esses três até o fim — mas, com a chegada de novos “NPCs” para servirem de isca, tudo mudou. Logo depois que o grupo chega à tenda, aparecem junto com eles algumas vítimas… digo, digo, policiais — e, para minha surpresa, não tivemos nenhuma baixa entre o elenco principal. Nem mesmo Hector, que passou perto da morte no mínimo três vezes.
Confesso que foi melhor assim, principalmente porque eles acabam formando laços no final. Hank e Hector, por exemplo, parecem deixar as desavenças de lado, e o Hank todo preocupado com o Hector no final foi até fofinho — quem diria!
Aliás, o Hector Cyr mandando aquela de que o Keogh estava gordo foi impagável. Ele tem muita propriedade pra falar mesmo.
Falando do crocodilo: é claramente computadorizado, com aquela cara típica dos efeitos dos anos 2000. Ainda assim, não chega a atrapalhar — pelo contrário, dá até um certo charme nostálgico ao filme. As poucas cenas em que o bicho aparece de corpo inteiro ou em luta corporal também não incomodam tanto; dá pra relevar facilmente, principalmente levando em conta a época e o tom mais leve da produção.
No começo, eu nem achei a Bridget Fonda (como Kelly Scott) tão bonita assim, mas da metade pro final ela tava gata demais. Sinceramente, nem tinha reconhecido que era ela — aquele visual mais “largado” do final realçou muito a beleza natural dela.
E pra fechar com chave de ouro: a velha no final escondendo ouro e alimentando um monte de filhotes de crocodilo… que absurdo! Um encerramento totalmente insano, mas que combina perfeitamente com o tom do filme.
No fim das contas, Pânico no Lago é aquele tipo de terror com cara de aventura, que mistura sustos, humor e personagens carismáticos do jeito mais divertido possível. Mesmo com o roteiro simples e os efeitos datados, o filme tem um charme próprio — e um crocodilo de nove metros que vale cada minuto de tela, além de ser curto.
Assistido em 27/10/2025
Fui procurar cobre e achei ouro!