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Michael Alig (Macaulay Culkin) e James St. James (Seth Green) são dois grandes amigos, que se mudam de uma cidade do meio-oeste dos Estados Unidos para Nova York. Lá eles percebem que são almas gêmeas, agindo juntos para crescer na cidade. James inicia Michael na vida noturna local, que logo ganha grande notoriedade devido ao seu carisma. Michael torna-se um dos principais empresários da noite nova-iorquina nas décadas de 80 e 90, mas acaba misturando traços de sua personalidade com o personagem que inventou para si mesmo.
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Ok, vocês servem cunt, mas definitivamente não são gays.
Party Monster (2003) é um filme que começa com personalidade, mas acaba se confundindo em ter personalidade e ser uma cartilha de reabilitação.
Há figurinos aqui, figurinos muito bons por sinal, há interpretações interessantes, mas em momento algum eu botei fé que Seth Green era gay por tentar vender o "afeminado tóxico", nem o Macaulay Culkin também por afinar a voz e soltar diversas risadinhas.
Achei a premissa interessante, mas mal executado. Em um filme que tenta vender tanta personalidade acabou apenas com resquícios de uma.
08.04.2006
Bacaninha pois é a vida retratada de muitos gays no modo esteriotipado dos trejeitos e modos de se vestir das décadas antes dos anos 2000 como Clodovil e tantos outros. Hoje de modo diferente as yags ganham a vida no modo posturados mais ainda assim muitos usam drogas como retrata o filme para fugirem da sua realidade de suas vidas.
Quanto ao enredo a questão do "assassinato" achei chatinha e meio desnecessária embora seja baseado em um livro. Gostei das atuações que estão muito boas dos dois atores e Macaulay Culkin surpreende na pele de um gay bem afetado. rs
Do exato jeito que eu imaginava a vida dos Club Kids.
Baseado em fatos reais, Party Monster traz como personagem principal o Michael Alig, talvez o mais importante nome da movimento clubber, precursor do Club Kids, um grupo notável pelo comportamento e trajes extravagantes que cultuava a moda excêntrica e à opulência. Segundo Musto (1988), "Eles... são terminalmente superficiais, têm valores estéticos duvidosos e são mestres manipuladores, exploradores e, graças a Deus, festeiros."
É simplemente fantástica a jornada em que o espectador do filme adentra, repleta de gente bizarra, chapada e bem estranha, vivendo vidas tão radiantes, intensas, desequilibradas e festeiras. Achei minha vida tão ordinária que deu um pouquinho de inveja dos clubber kids.