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Do romance de Graham Greene esta emocionante história de dois amantes infelizes, cujo curto relacionamento começa e termina tão tumultuado como a guerra que tem como pano de fundo. N aInglaterra durante a Segunda Guerra, Sarah Miles (Deborah Kerr) é a entediada esposa de um alto funcionário britânico. Durante um coquetel, quando o marido apresenta-se ao escritor americano Maurice Bendrix (Van Johnson), ela é incapaz de negar ou resistir à atração que sente por ele. Quase tão rápido quanto se torna profundamente envolvida, tornando sonhos em planos futuros. Sarah misteriosamente termina o caso. Com a ajuda de um detetive particular (Albert Parks), Maurice procura as razões Sarah nunca o amou? Ou será que ela o ama demais?
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Sou apaixonado pela versão de 1999, que li antes do livro (que também tornou-se um de meus favoritos, ainda que eu prefira o filme), e não sabia que havia uma versão prévia, até algum tempo. E fiquei imediatamente desconfiado: será que Hollywood permitiria a abordagem da lascívia contida no enredo original, tanto quanto aquela abordagem audaz do ateísmo? Logo percebi que não... A personagem Sarah precisou ser caracterizada como adúltera desde a aparição inicial, mas não parece algum muito apaixonado quando está com o seu desenxabido amante, vivido por Van Johnson. Peter Cushing está ótimo como o marido traído, mas a narrativa é modificada em relação à envergadura questionadora sobre a existência de Deus. A derradeira frase do livro é "suavizada" ao extremo, e surge um personagem terciário, onde deveria haver um padre. Esforcei-me para não comparar, mas esta versão está muito aquém do que eu esperava, mesmo frente às convenções de época. Para que inventaram de adaptar esta obra tão cálida e polêmica, então?! (WPC>)
Curti o casal Van Johnson e Deborah Kerr (ótima como o habitual), mas prefiro a versão de 1999.
Algo me incomodou desde o começo: o ator que faz o amante. Não convence. Não tem química com a Kerr. Com tanto galã em Hollywood que encarnaria um ótimo amante!!
Mas tirando isso, é um ótimo filme, uma ótima trama. Kerr adorável!
Um bom filme, um amor intenso, triste e proibido .Debora Kerr maravilhosa.
No início do filme só uma coisa me chamava a atenção: A magnífica Deborah Kerr, em mais uma de suas perfeitas atuações.
Mas com o desenrolar da trama, tudo vai ficando mais interessante... Uma bela, intensa e dolorida história de amor.
Além da Deborah Kerr, destaco o ótimo roteiro e a bela fotografia em P&B.
PS.: Agora quero ver o remake "Fim de Caso". :D