Claé e Bruó são dois agentes secretos que trabalham para reinos inimigos. Eles finalmente descobriram que estão na mesma missão: salvar os Perlimps dos terríveis gigantes que cercaram a Floresta.
A animação é linda, tudo muito deslumbrante e impressionante, mas infelizmente o roteiro não acompanha, para mim pareceu que sempre havia uma promessa de algo, mas que nunca chega, um perigo que nunca e muito explorado, um dialogo que diz muito, mas nunca mostra.
Conheci Alê Abreu em Garoto Cósmico (seu primeiro trabalho) e foi um filme que mudou minha vida. Depois veio O Menino e o Mundo. E agora essa obra-prima.
A forma como o autor trabalha essa dicotomia entre o mundo "adulto" mecânico e o universo fantasioso da criança está em suas três obras. É uma honra ter essa sensibilidade no cinema nacional, essa valorização de tantos aspectos da nossa cultura (da Vanessa da Mata no primeiro filme, ao Emicida no segundo, ao Milton Nascimento neste).
Destaque para a não binariedade dos personagens e a esse tema tão caro em tempos atuais que é a importância das relações, em um mundo cada vez mais individualizante.
Aos perlimps, que eles continuem e se multipliquem por aí (tamo precisando) ✨
Há um menino, há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão
Animações nacionais são incomuns .
E essa foi uma grata surpresa.
A animação é linda, tudo muito deslumbrante e impressionante, mas infelizmente o roteiro não acompanha, para mim pareceu que sempre havia uma promessa de algo, mas que nunca chega, um perigo que nunca e muito explorado, um dialogo que diz muito, mas nunca mostra.
Muito lindo.
Obrigado novamente, Alê Abreu.
Nossa, eu tô sem palavras...
Conheci Alê Abreu em Garoto Cósmico (seu primeiro trabalho) e foi um filme que mudou minha vida. Depois veio O Menino e o Mundo. E agora essa obra-prima.
A forma como o autor trabalha essa dicotomia entre o mundo "adulto" mecânico e o universo fantasioso da criança está em suas três obras. É uma honra ter essa sensibilidade no cinema nacional, essa valorização de tantos aspectos da nossa cultura (da Vanessa da Mata no primeiro filme, ao Emicida no segundo, ao Milton Nascimento neste).
Destaque para a não binariedade dos personagens e a esse tema tão caro em tempos atuais que é a importância das relações, em um mundo cada vez mais individualizante.
Aos perlimps, que eles continuem e se multipliquem por aí (tamo precisando) ✨