Maquiador fica deformado em acidente provocado pelo diretor de um estúdio de cinema, de onde alguns artistas têm sumido misteriosamente. Ele resolve criar um museu de cera com réplicas dos desaparecidos e se vingar de Max.
Filme no máximo razoável. Vale apenas pelas cenas no museu. Não chega aos pés do clássico "Museu de Cera" com Vincent Price, do brilhante "A Passagem" (Waxwork) de 1988 e nem da "Casa de Cera" de 2005.
Curiosidade: o Movieland Wax Museum existiu mesmo e funcionou na California até 2005, quando encerrou as atividades.
Uma mistura do clássico "Museu de cera" com umas pitadas de "Fantasma da ópera" mas com muito tempero "camp".
Se assistir, como um trash de horror, é divertido, com atuações exageradas, situações absurdas, maquiagem tosca (o que é aquela cicatriz no rosto de Cameron Mitchell?). O que estraga essa diversão é o final
quando no último minuto, descobrimos que o filme inteiro é um sonho, ou melhor, um pesadelo e que o título é, na verdade, um spoiler. Talvez só em sonho aceitaríamos uma polícia tão incompetente que a certa altura pergunta, com a genialidade de um Sherlock "se Vincent (o dono do museu de cera) é um assassino, onde esconde os corpos das vítimas?" mas até aí acreditávamos só estar vendo um divertido filme trash.
Poucos bons momentos não salvam esse filme que tenta usar a fórmula do clássico Museu de Cera (1953), sem os mesmos resultados. Previsível e mal executado.
Filme no máximo razoável. Vale apenas pelas cenas no museu. Não chega aos pés do clássico "Museu de Cera" com Vincent Price, do brilhante "A Passagem" (Waxwork) de 1988 e nem da "Casa de Cera" de 2005.
Curiosidade: o Movieland Wax Museum existiu mesmo e funcionou na California até 2005, quando encerrou as atividades.
Uma mistura do clássico "Museu de cera" com umas pitadas de "Fantasma da ópera" mas com muito tempero "camp".
Se assistir, como um trash de horror, é divertido, com atuações exageradas, situações absurdas, maquiagem tosca (o que é aquela cicatriz no rosto de Cameron Mitchell?). O que estraga essa diversão é o final
quando no último minuto, descobrimos que o filme inteiro é um sonho, ou melhor, um pesadelo e que o título é, na verdade, um spoiler.
Talvez só em sonho aceitaríamos uma polícia tão incompetente que a certa altura pergunta, com a genialidade de um Sherlock "se Vincent (o dono do museu de cera) é um assassino, onde esconde os corpos das vítimas?" mas até aí acreditávamos só estar vendo um divertido filme trash.
Vi em vhs em 1989, e revi ontem!
Muito ruim, tanto que parece que dura 10 horas!
Eu estava gostando muito desse filme, porém, de re pente, resolveram ferrar com tudo. O final é sem graça e mata toda a trama que se desenvolve.
Poucos bons momentos não salvam esse filme que tenta usar a fórmula do clássico Museu de Cera (1953), sem os mesmos resultados. Previsível e mal executado.