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Duração
Nessa obra vanguardista ligada ao grupo Zanzibar, Bernadette Lafont e Bulle Ogier interpretam respectivamente uma ex-presidiária e uma jovem recém saída de um internato de freiras. Juntas, elas invadem a casa de um misterioso homem e se entregam a um frenesi de destruição em meio ao que parecem alucinações e pesadelos.
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Que viagem! Tendi nada kkkk
É uma obra surrealista, mas achei bem chato e a má iluminação estragou qualquer viagem que eu pudesse ter, mas achei o diálogo do dono da loja de armadilhas interessante e bem intrigante. Tanto que revi algumas vezes.
Filme experimental francês decepcionante ( esperava bem mais depois de ler o comentário abaixo ) para mim . Achei a estória confusa , complicada . Só entendi a compra da arma e a invasão da casa . Tem algumas cenas legais ( mais pro final ) mais não entendi o que o filme tentou passar e o achei chato . O melhor momento foi quando acabou rsrsrs .. ( e a sua curta duração ) . Não gostei .
Precisamos tanto de obras como Piège para que lembremos das capacidades infinitas do cinema. É uma coisa deliciosa, um delírio selvagem com uma sonoplastia arrebatadora. Tudo é ousadia aqui... Há momentos de pavor como se fosse um filme de terror maluco, há momentos de delicadeza como se se tratasse de um filme de amor e, no final, Piège é tudo isso no seu desdém pelos gêneros e no seu desprezo pelo "cinema de roteiro". Dura pouco e deixa saudades. Há quem prefira o cinema enquanto instituição, mas Piège prefere o cinema enquanto destruição... destruição das nossas visões mesquinhas. Gostei muito e quero mais Zanzibar!
Uou.