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Data de lançamento
11 Out. 2002Duração
Gepeto (Carlo Giuffrè), um solitário carpinteiro, decide fazer um boneco de madeira para lhe fazer companhia. Com pena da solidão de Gepeto, a Fada Azul (Nicoletta Braschi) decide satisfazer seu desejo e dá vida a Pinóquio (Roberto Benigni), o boneco de madeira. Porém logo Pinóquio busca se tornar um garoto de verdade, o que faz com que ele se envolva em diversas confusões.
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INJUSTIFICAVEL o valor que o qual COMPLETO SEM GRAÇA nada entretenico ROBERTO BENINI assim o possui em sua nação italica de origem, contudo justo aliado a MERECIDO tal sua completa IRRELEVANCIA para os lados realmente IMPORTANTES, no tocante ao apogeu artistico cinematografico a contento, ou seja a setima arte compreendida pelos lados ocidentais americanos diga se passagem, e " para variar " já somando se tal insistencia roteristica contumaz em meio a uma historia o qual EM NENHUM MOMENTO alem de DANEM SE opiniões divergentes um dia demonstrou se interessante, mas muito pelo contrario, cujo em palavras diretas, quem por obstante se importa com INFANTILIDADES ao estilo de pirralhos feitos de madeira praticando flertes magicos tanto a este e seu respectivo criador, e como tal idem tambem materializado de forma BIZONHA ha exatos 22 anos, somente IDIOTAS FUTEIS no inicio da jardim da infancia ainda poderiam apreciar tal tipo de PIFIO " DESENTRETENIMENTO " dispondo uma DESCARTAVEL profundidade de um pires sem fundo, se e´que porventura ou não me entendem ? resumindo a quem interessar ou não possa, PUTZ, " virá o disco " SETIMA ARTE, e fim de papo. FRAQUISSIMO. " Pínoquisticamente " UMA ESTRELA.
Curioso ver Benigni vivendo Pinocchio antes da nova versão que conheci.Tudo é ainda mais inferior e Benigni ainda assume a direção sem muito brilho ou inovações.
Adaptação estranha,com personagens ruins e elenco ainda mais.
>Maratona Queen Latifah - Assistido em 01 de Setembro de 2021
-Dou nota 3/10
Antes de encarnar o Gepeto na versão mais recente da história, Roberto Benigni deu vida ao próprio 'Pinóquio' na adaptação protagonizada e dirigida por ele em 2002. E pode até ser que o seu 'Pinóquio' não seja um dos piores filmes já feitos, mas com certeza a interpretação de Benigni nesta obra é uma das coisas mais irritantes de todo o cinema. Tudo nesse filme é uma explosão histriônica, histérica e exagerada. As gags sem graça e ultrapassadas de Roberto Benigni evidenciam que ele, enquanto humorista, parou no tempo. E mesmo esteticamente o filme é totalmente sem atrativos. Assistir à 'Pinóquio', de 2002, é uma experiência semelhante a de assistir por 108 minutos uma criança birrenta e mimada gritando em um supermercado por que quer alguma coisa. A dor de cabeça ao final se equivaleria.
Um filme para quem já leu o livro.
Desde que tive esta belíssima oportunidade (de ler o livro, no caso), me frustrei com os filmes e desenhos que assisti. E foram vários.
Até que resolvi dar uma chance ao Benigni e me emocionei.
O Pinóquio nada tem de menino bonzinho.
No livro, trata-se de um arrogante e espoleta, que desde os tempos de uma tora de madeira, já deixava os outros de cabelo em pé. Contudo, mesmo com tais características, é um ser inocente, até bobo.
O grilo, não faz aquele tipo encantado, fofinho que o persegue todo o tempo. Aliás, ele leva uma paulada no começo no filme. Assim como o livro.
Finalmente assisti a história com a pureza, dinamismo e doçura que merecia.
Passagens do livro foram postas na mesa durante todo o filme.
Assim como o encanto do próprio Benigni que dá asas à sua imaginação sem perder o foco, nem desvirtuar a narrativa.
O desfecho deixou meus olhos marejados. A sombra do boneco que nunca deixará de existir.
Recomendo a leitura do livro para aqueles que não conseguiram se deixar levar.
Um filme para quem reconhece a sutileza.
Um filme para os sonhadores.
Às vezes parece que o Benigni sonha demais...