Um assassino mascarado ataca numa praia argentina, injetando heroína em belas garotas e transformando-as em escravas sob seu controle mental usando uma misteriosa música de órgão.
Assassino usando máscara e luvas de monstro atraí mulheres para transar e matar com uma música, que as hipnotiza.
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
O que se falar deste filme Argentino do meio da década de 60? É daquelas bombas divertidas. De tão ruim é bom. Eu particularmente tive que voltar o filme umas quatro vezes até ter certeza de um fato. Explico: No começo do filme mostra a mocinha (Gloria Prat) de arretos com um carinha na beira da praia. Então, o assassino chega de carro e larga uma de suas vítimas, a mulher de um dos hóspedes do hotel desta praia. Os dois vão pra uma "discoteca?!?" e comunicam que encontraram o corpo, porém logo depois ela já começa a dançar. O que me confundiu é que o indivíduo que estava arretando a atriz nunca mais aparece em cena, somente neste começo. O outro, que puxa ela pra dançar é um dos viados da discoteca. E o pior é que os dois desgraçados eram parecidos. Então, mostra ele de beijos e agarros com a mulher, depois desmunhecando; a princípio me pareceu um gigantesco erro de roteiro, mas o filme só era ruim e "fazia desaparecer" o garanhão do começo. Ainda mais, para um filme dos anos sessenta, este flick mostra bastante peito (de relance e às vezes rapidamente), uso indiscriminado de heroína e viados e lésbicas demais.
O filme é ruim; além de mostrar um cantor argentino que devia fazer sucesso na época (não me perguntem o nome que não lembro) e aparece no filme como pianista do bar e canta a música que fez sucesso (uma merda, por sinal), traz uma trupe de atores canastrões e que aprenderam a encenar no pré-primário, com a "Tia" do colégio. Destaque para a cena dos funcionários da "casa noturna" jogando um esporte parecido com o volêi que agora não lembro o nome, culminando, depois da passada de mão da lésbica nos peitos da mocinha do filme, no banho de mar mais tosco que já tive oportunidade de presenciar em uma película.
Assassino usando máscara e luvas de monstro atraí mulheres para transar e matar com uma música, que as hipnotiza.
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
O que se falar deste filme Argentino do meio da década de 60? É daquelas bombas divertidas. De tão ruim é bom. Eu particularmente tive que voltar o filme umas quatro vezes até ter certeza de um fato. Explico: No começo do filme mostra a mocinha (Gloria Prat) de arretos com um carinha na beira da praia. Então, o assassino chega de carro e larga uma de suas vítimas, a mulher de um dos hóspedes do hotel desta praia. Os dois vão pra uma "discoteca?!?" e comunicam que encontraram o corpo, porém logo depois ela já começa a dançar. O que me confundiu é que o indivíduo que estava arretando a atriz nunca mais aparece em cena, somente neste começo. O outro, que puxa ela pra dançar é um dos viados da discoteca. E o pior é que os dois desgraçados eram parecidos. Então, mostra ele de beijos e agarros com a mulher, depois desmunhecando; a princípio me pareceu um gigantesco erro de roteiro, mas o filme só era ruim e "fazia desaparecer" o garanhão do começo. Ainda mais, para um filme dos anos sessenta, este flick mostra bastante peito (de relance e às vezes rapidamente), uso indiscriminado de heroína e viados e lésbicas demais.
O filme é ruim; além de mostrar um cantor argentino que devia fazer sucesso na época (não me perguntem o nome que não lembro) e aparece no filme como pianista do bar e canta a música que fez sucesso (uma merda, por sinal), traz uma trupe de atores canastrões e que aprenderam a encenar no pré-primário, com a "Tia" do colégio. Destaque para a cena dos funcionários da "casa noturna" jogando um esporte parecido com o volêi que agora não lembro o nome, culminando, depois da passada de mão da lésbica nos peitos da mocinha do filme, no banho de mar mais tosco que já tive oportunidade de presenciar em uma película.