Entendi toda questão abordada, e há alguns bons momentos, no entanto, na maior parte do filme estive mortalmente entediado. Não sei, mas achei o filme um pouco truncado na hora de desenvolver sua estória, sendo, muitas vezes, excessivamente prolixo ao tratar da problemática do casal. Também não curti a identidade visual da obra; passa uma vibe experimental e tals, mas em vários momentos é só poluição visual mesmo...
Inegável a fotografia e estética do filme que é linda, os momentos musicais dão um respiro, porém, achei extremamente cansativo, se fosse um curta funcionaria melhor.
Quando soube que o filme era musical, fiquei imediatamente interessado. Porém, depois do ótimo número musical, adentra-se num terreno muito esquisito (no melhor sentido do termo), misturando a teatralidade fassbinderiana com as necessidades discursivas da nova geração identitária. A cada longo diálogo, o estranhamento aumenta e, de repente, estamos imersos, fascinados, não totalmente encantados, mas curiosos acerca de como tudo aquilo avançará. Andrea Risenborough, que também é produtora, aceita completamente o risco, enquanto Demi Morre brilha em suas poucas aparições. Não apreciei tanto a interpretação de Henry Melling - já que ele faz o que sempre faz, assumindo a caricatura apalermada - mas o desfecho é primoroso dado que ele permite-se, afinal, entregar ao personagem. Os jogos de iluminação são ótimos, bem como a seqüência da cabine telefônica. Foi uma descoberta engraçada, portanto. (WPC>)
Esse filme me pegou no ponto certo. Em sua bagunça, parece um constante estado de tesão. É caricato, é referencial, achei até preciso nos seus questionamentos de boteco. Não poderia ser criado de outra forma, teria que ser teatral, exagerado e esdrúxulo.
Entendi toda questão abordada, e há alguns bons momentos, no entanto, na maior parte do filme estive mortalmente entediado. Não sei, mas achei o filme um pouco truncado na hora de desenvolver sua estória, sendo, muitas vezes, excessivamente prolixo ao tratar da problemática do casal. Também não curti a identidade visual da obra; passa uma vibe experimental e tals, mas em vários momentos é só poluição visual mesmo...
Cheio de tensão sexual e diálogos divertidíssimos!
Inegável a fotografia e estética do filme que é linda, os momentos musicais dão um respiro, porém, achei extremamente cansativo, se fosse um curta funcionaria melhor.
Quando soube que o filme era musical, fiquei imediatamente interessado. Porém, depois do ótimo número musical, adentra-se num terreno muito esquisito (no melhor sentido do termo), misturando a teatralidade fassbinderiana com as necessidades discursivas da nova geração identitária. A cada longo diálogo, o estranhamento aumenta e, de repente, estamos imersos, fascinados, não totalmente encantados, mas curiosos acerca de como tudo aquilo avançará. Andrea Risenborough, que também é produtora, aceita completamente o risco, enquanto Demi Morre brilha em suas poucas aparições. Não apreciei tanto a interpretação de Henry Melling - já que ele faz o que sempre faz, assumindo a caricatura apalermada - mas o desfecho é primoroso dado que ele permite-se, afinal, entregar ao personagem. Os jogos de iluminação são ótimos, bem como a seqüência da cabine telefônica. Foi uma descoberta engraçada, portanto. (WPC>)
Esse filme me pegou no ponto certo. Em sua bagunça, parece um constante estado de tesão. É caricato, é referencial, achei até preciso nos seus questionamentos de boteco. Não poderia ser criado de outra forma, teria que ser teatral, exagerado e esdrúxulo.