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Esse filme conduz o telespectador ao delicado e tocante terreno da memória por meio da leitura dos diários, das cartas e também dos registros médicos das clínicas em que Luisa Marazzi passou longos períodos antes de se suicidar (quando Alina, sua filha, tinha 7 anos). Através de textos, fotos e filmagens feitas pelo avô desde 1926, Alina Marazzi tenciona descobrir sua mãe e celebrar sua memória. Um filme sobre a nostalgia como sentimento comum, doce e necessário à superação de uma perda.
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Esse documentário me comoveu profundamente, muito pela sua tentativa de reconstruir/voltar para uma história através de cartas e filmes caseiros. tentar penetrar em lacunas, nas coisas que estão na margem, desvelar alguns sinais.
alguém tem o filme para me enviar?
não consigo achar em nenhum lugar pra download :-(
Quando a cineasta italiana Alina Marazzi tinha sete anos de idade, a sua mãe Luisa Marazzi Hoepli suicidou-se após um breve e intenso surto de depressão. Marazzi tentou compreender o significado da vida e morte da sua mãe 30 anos mais tarde por meio de filmagens caseiras produzidas durante a vida da sua mãe, misturadas com leituras do diário dela, Para Mais Uma Hora Contigo, de 2002, é um pouco o registro de sentimentos, sensações, perguntas, possíveis respostas e um cem número de pensamentos sobre todo o processo que isso tudo movimentou a vida de Alina. Nascida de uma rica família de Milão, na Itália, e envolvida na indústria editorial italiana, a jovem Luisa Marazzi Hoepli é revelada através das suas próprias entradas no diário, bem como das filmagens que seu pai, Ulrico Hoepli, produziu ao longo dos anos e que a apresenta como tendo sido uma jovem feliz, rica, vívida e bem educada. Crescendo até se tornar uma jovem mulher, Luisa escreveu sobre as percepções da sua existência quando mais tarde se casou e deu à luz três filhos. Mas tragicamente, Luisa foi internada num hospital psiquiátrico suíço para combater a depressão e cometeu suicídio pouco depois, aos 33 anos de idade. A ode da cineasta Marazzi, de certa forma, à memória vaga e à perda aguda da sua mãe é exibida para quem quiser saber, como se a cineasta, numa espécie de catarse, convidasse o mundo para dividir algo que nem ela e nem ninguém saberá ao certos os motivos! O que mais falar de um filme que procura, aqui e ali, reverenciar alguém que você não conheceu direito; imagino a carga de emoção que Marazzi teve de suportar ao reler os relatos médicos, os registros em diários e ver as cenas de sua mãe! não consigo falar mais nada a respeito, mas tiro o meu chapéu para a diretora...
Alguem tem esse filme legendado?
af nem sei o q dizer