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Deep Red - Estados Unidos da América
Sinopse
Uma testemunha de um assassinato se une a uma repórter para encontrar o criminoso. Enquanto isso, ocorrem mais crimes e eles percebem que, na verdade, é o assassino que está lhes acompanhando.
Bom, tenho que repetir uma parte de um comentário que fiz em outro filme do Argento: Muitas mortes e poucos motivos.
Eu amo Brian De Palma mas tenho que admitir que ele foi além do que somente "beber na fonte" em relação ao Giallo (ele deu uma copiada mesmo...rsrs). Só que na minha modesta opinião ele fez o inverso do gênero: Menos mortes e mais motivos. Fora que ele atingiu um nível estilistico quase inalcansável.
A trilha sonora é bem condinzente a época, mas não é tão boa.
Conferi este filme por indicação de vários argentianos, que consideram este o melhor trabalho do diretor. A cópia do filme a que tive acesso (em DVD) oscilava entre as dublagens em inglês e italiano, o tempo inteiro, de maneira arbitrária, o que dificultou um pouco da minha imersão. Mas, obviamente, fiquei fascinado pela direção, pela pletora de elementos dignos de observação e atenção, pelas presenças quase fellinianas dos figurantes, pelo uso hipnótico da trilha musical, pelos indicativos onipresentes de perversidade, na apresentação de personagens. Confesso que, apesar de haver uma explícita intenção discursiva, não apreciei tanto, num primeiro contato, as exortações investigativas, que convertem subitamente o protagonista - que é músico - num detetive, e também incomodei-me com a verborragia do roteiro, quando se refere aos crimes cometidos por alguém que parece onipresente. Mas são questões menores numa obra que ultrapassa qualquer julgamento acerca de verossimilhança, em prol de uma verdadeira tese sobre o estatuto das imagens. Filme de adulto, mas eu ainda não estava suficientemente preparado, talvez (risos). Voltarei a ele, eis uma certeza! (WPC>)
Confiram minha ilustração e crítica referentes a este filme em:
https://www.behance.net/gallery/236440995/Profondo-Rosso-(1976)-Fanart
Bom, tenho que repetir uma parte de um comentário que fiz em outro filme do Argento: Muitas mortes e poucos motivos.
Eu amo Brian De Palma mas tenho que admitir que ele foi além do que somente "beber na fonte" em relação ao Giallo (ele deu uma copiada mesmo...rsrs). Só que na minha modesta opinião ele fez o inverso do gênero: Menos mortes e mais motivos. Fora que ele atingiu um nível estilistico quase inalcansável.
A trilha sonora é bem condinzente a época, mas não é tão boa.
Boas atuações e uma edição eficiente.
Amo aquele corredor com aqueles quadros estranhos e voltei várias vezes pra ver a cara daquela senhora...rsrs
Na morte da vidente a velhinha simplesmente derruba uma porta e no final não consegue dar um pau num pianista....hahahaha
Acho que vou ver mais alguns filmes desse diretor e reforçar minha opinião.
Muito bom assim como a maioria dos que Dario Argento fez nessa época.
Não achei tudo isso, mas tem seus méritos.
Conferi este filme por indicação de vários argentianos, que consideram este o melhor trabalho do diretor. A cópia do filme a que tive acesso (em DVD) oscilava entre as dublagens em inglês e italiano, o tempo inteiro, de maneira arbitrária, o que dificultou um pouco da minha imersão. Mas, obviamente, fiquei fascinado pela direção, pela pletora de elementos dignos de observação e atenção, pelas presenças quase fellinianas dos figurantes, pelo uso hipnótico da trilha musical, pelos indicativos onipresentes de perversidade, na apresentação de personagens. Confesso que, apesar de haver uma explícita intenção discursiva, não apreciei tanto, num primeiro contato, as exortações investigativas, que convertem subitamente o protagonista - que é músico - num detetive, e também incomodei-me com a verborragia do roteiro, quando se refere aos crimes cometidos por alguém que parece onipresente. Mas são questões menores numa obra que ultrapassa qualquer julgamento acerca de verossimilhança, em prol de uma verdadeira tese sobre o estatuto das imagens. Filme de adulto, mas eu ainda não estava suficientemente preparado, talvez (risos). Voltarei a ele, eis uma certeza! (WPC>)