Um criminoso surdo com passado traumático e seu filho devem fugir de sua pequena vila na Indonésia após testemunharem um assassinato brutal, o que coloca o gângster contra a máfia que até então o empregava.
Como já foi dito abaixo, tá mais pra um drama pontuado com momentos de violência. Não é ruim, mas esperava um pouco mais. Algumas atuações fracas me incomodaram.
Quando eu vi o trailer eu já notei que não seria um filme de ação convencional. Tá mais pra um drama pessoal pontuado por momentos de violência. E mesmo não sendo feliz em algumas de suas propostas, tem bastante coisa pra se apreciar; a condição do protagonista rende bons momentos visuais, a sua arma de preferência é bem inusitada, a direção, trilha e edição são bem estilosas e tem alguns personagens pra lá de carismáticos, com destaque pro "Barbeiro", também conhecido como Sherlock Homo.
Assisti na etapa online do Fantaspoa 2022, no último 22 de abril. Os filmes da Indonésia que chegam aqui no Brasil se caracterizam por serem extremamente violentos, mas também com sequências de ação incríveis, sempre espetaculares e bem coreografadas. Preman... é só violento. Quando tenta ser emotivo, a limitação dos atores não ajuda. O vilão cabelereiro - que parecia um grande amigo meu de São João de Meriti - era bastante interessante, mas foi muito mal explorado. Pra finalizar, minha experiência com o filme foi prejudicada pela legenda. As legendas da maioria dos filmes daquele Festival não estavam boas. Novamente pegaram o arquivo em inglês, jogaram no tradutor automático, deram aquela acochambrada e sequer assistiram aos filmes. Aliás, os filmes eram em média tão ruins, que parece que nem a curadoria se deu ao trabalho de assisti-los para selecioná-los. No caso de Preman, quando assisti, todos os diálogos em linguagem de sinais estavam sem a legenda em português, contando apenas com a legenda fixa em inglês presente no arquivo do filme. A produção do Festival inventou a legenda DESinclusiva, aquela que exclui todo mundo. Isso num filme cujo personagem principal era surdo. PARABÉNS a todos os envolvidos!!! Parece que depois ajeitaram, mas eu já tinha gastado meu inglês da escola pública, então preferi sair grandão, fingindo que entendi tudo. Também me incomoda muito a predileção da equipe que seleciona os filmes a serem exibidos no Fantaspoa - de novo, se é que eles assistem - por filmes que glamourizem estupro e violência contra a mulher. Se conseguir comentar em outros filmes que assisti naquele Festival, voltarei a reclamar disso. Nota 2 de 10.
Bom e violento filme de ação indonésio, que peca um pouco quando o diretor parece querer brincar de Quentin Tarantino e alguns diálogos saem desajeitados. É bem dramático, também, até um tanto melancólico. Sua inclusão no Fantaspoa 2022 é certamente pelas lembranças fantasiosas do passado traumático do protagonista, que geram algumas cenas (inclusive de ação!) inusitadas e criativas.
Como já foi dito abaixo, tá mais pra um drama pontuado com momentos de violência.
Não é ruim, mas esperava um pouco mais.
Algumas atuações fracas me incomodaram.
30-11-2022
Quando eu vi o trailer eu já notei que não seria um filme de ação convencional. Tá mais pra um drama pessoal pontuado por momentos de violência. E mesmo não sendo feliz em algumas de suas propostas, tem bastante coisa pra se apreciar; a condição do protagonista rende bons momentos visuais, a sua arma de preferência é bem inusitada, a direção, trilha e edição são bem estilosas e tem alguns personagens pra lá de carismáticos, com destaque pro "Barbeiro", também conhecido como Sherlock Homo.
Indonésia merece respeito em filmes de ação.
Assisti na etapa online do Fantaspoa 2022, no último 22 de abril. Os filmes da Indonésia que chegam aqui no Brasil se caracterizam por serem extremamente violentos, mas também com sequências de ação incríveis, sempre espetaculares e bem coreografadas. Preman... é só violento. Quando tenta ser emotivo, a limitação dos atores não ajuda. O vilão cabelereiro - que parecia um grande amigo meu de São João de Meriti - era bastante interessante, mas foi muito mal explorado. Pra finalizar, minha experiência com o filme foi prejudicada pela legenda. As legendas da maioria dos filmes daquele Festival não estavam boas. Novamente pegaram o arquivo em inglês, jogaram no tradutor automático, deram aquela acochambrada e sequer assistiram aos filmes. Aliás, os filmes eram em média tão ruins, que parece que nem a curadoria se deu ao trabalho de assisti-los para selecioná-los. No caso de Preman, quando assisti, todos os diálogos em linguagem de sinais estavam sem a legenda em português, contando apenas com a legenda fixa em inglês presente no arquivo do filme. A produção do Festival inventou a legenda DESinclusiva, aquela que exclui todo mundo. Isso num filme cujo personagem principal era surdo. PARABÉNS a todos os envolvidos!!! Parece que depois ajeitaram, mas eu já tinha gastado meu inglês da escola pública, então preferi sair grandão, fingindo que entendi tudo. Também me incomoda muito a predileção da equipe que seleciona os filmes a serem exibidos no Fantaspoa - de novo, se é que eles assistem - por filmes que glamourizem estupro e violência contra a mulher. Se conseguir comentar em outros filmes que assisti naquele Festival, voltarei a reclamar disso. Nota 2 de 10.
Bom e violento filme de ação indonésio, que peca um pouco quando o diretor parece querer brincar de Quentin Tarantino e alguns diálogos saem desajeitados. É bem dramático, também, até um tanto melancólico. Sua inclusão no Fantaspoa 2022 é certamente pelas lembranças fantasiosas do passado traumático do protagonista, que geram algumas cenas (inclusive de ação!) inusitadas e criativas.