Homem casado envolve-se num triângulo amoroso com uma mulher independente, cuja lembrança o marcará pelo resto da vida. Primeiro filme da Companhia Cinematográfica Maristela.
"Presença de Anita" é uma adaptação cinematográfica do livro homônimo de Mário Donato, dirigida em 1951 por Ruggero Jacobbi. Foi o primeiro filme produzido pela Cinematográfica Maristela, com música de Enrico Simonetti.
Esta adaptação da obra para o cinema desconsiderou especificidades cruciais à linguagem cinematográfica, o que resultou em um roteiro completamente preso à estrutura narrativa literária e apelativo no que diz respeito à centralidade do apelo erótico da personagem Anita.
Longe de ser aquele grande clássico nacional, ainda assim o filme possui suas qualidades e funciona como drama de cunho psicológico. Me recordo de ter assistido (pela primeira vez) no extinto Cine Brasil (TV Cultura), na década de 90, com comentários do saudoso crítico cinematográfico Rubens Ewald Filho.
Eu assisti esse filme na TV Cultura,alguns anos antes da Globo fazer a minissérie,sinceramente,gostei mais do filme.Algumas pessoas gostaram da série,pois é,são interpretações diferentes da mesma estória,as produções tem 50 anos de diferença,aqui mostra a culpa do personagem Nando após a morte de Anita,e o final desse filme,é SUPERIOR ao da televisão.Os atores foram bem,afinal era a Interpretação daquela época.
Não li o livro, mas vou confiar no Felippe, que no comentário abaixo, disse que o filme foi fiel ao Mário Donato. Sem dúvidas alguma a minissérie veiculada pela Globo é amplamente superior como material dramatúrgico. Tem muito mais opções, tramas, suspense, recursos. Quem estiver pensando em ver por causa da minissérie vai se chatear, não tem quase nada a ver. Para se ter ideia, caso tentassem copiar, teria uns 5 ou 6 capítulos. Nesta questão o Manoel Carlos enfeitou mais a história até determinado momento para poder cortar partes da historia original que ele não considerou tão importante. As atuações no filme são bem ruins, mas considero assistível, já que o trabalho final é razoável.
Com o olhar de hoje é desgraçadamente ruim! Mas é legal quando analisado do ponto de vista da época e a comparação com a adaptação de Manoel Carlos..
"Presença de Anita" é uma adaptação cinematográfica do livro homônimo de Mário Donato, dirigida em 1951 por Ruggero Jacobbi. Foi o primeiro filme produzido pela Cinematográfica Maristela, com música de Enrico Simonetti.
Esta adaptação da obra para o cinema desconsiderou especificidades cruciais à linguagem cinematográfica, o que resultou em um roteiro completamente preso à estrutura narrativa literária e apelativo no que diz respeito à centralidade do apelo erótico da personagem Anita.
Longe de ser aquele grande clássico nacional, ainda assim o filme possui suas qualidades e funciona como drama de cunho psicológico. Me recordo de ter assistido (pela primeira vez) no extinto Cine Brasil (TV Cultura), na década de 90, com comentários do saudoso crítico cinematográfico Rubens Ewald Filho.
Amei! assisti no Cine brasil na tv cultura.
Eu assisti esse filme na TV Cultura,alguns anos antes da Globo fazer a minissérie,sinceramente,gostei mais do filme.Algumas pessoas gostaram da série,pois é,são interpretações diferentes da mesma estória,as produções tem 50 anos de diferença,aqui mostra a culpa do personagem Nando após a morte de Anita,e o final desse filme,é SUPERIOR ao da televisão.Os atores foram bem,afinal era a Interpretação daquela época.
Não li o livro, mas vou confiar no Felippe, que no comentário abaixo, disse que o filme foi fiel ao Mário Donato.
Sem dúvidas alguma a minissérie veiculada pela Globo é amplamente superior como material dramatúrgico. Tem muito mais opções, tramas, suspense, recursos.
Quem estiver pensando em ver por causa da minissérie vai se chatear, não tem quase nada a ver. Para se ter ideia, caso tentassem copiar, teria uns 5 ou 6 capítulos. Nesta questão o Manoel Carlos enfeitou mais a história até determinado momento para poder cortar partes da historia original que ele não considerou tão importante.
As atuações no filme são bem ruins, mas considero assistível, já que o trabalho final é razoável.